DIA DAS CRIANÇAS

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A equipe Proativa RH realizou um café da manhã com o tema Dia das Crianças na unidade Santo Amaro, bem colorido e divertido, transformando a sala de treinamento numa linda brincadeira de suas crianças interiores! 😀

Diferença entre Graduação, Tecnólogo e Gestão

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Você está pensando um fazer um curso superior? Se sim, você sabe que isso exige muitas reflexões e decisões que envolvem desde a escolha da carreira, em quais instituições você pensa em estudar ou se o curso será presencial ou à distância.
Uma das decisões que precisamos tomar antes de começarmos a estudar é se o curso que vamos fazer será de graduação ou graduação tecnológica/gestão. Mas você sabe quais as diferenças entre eles?
Basicamente, as principais diferenças entre graduação e tecnólogo são com relação à duração e ao foco profissional. A graduação (nível superior) tem duração média de 4 a 5 anos e oferece a maior quantidade de conhecimento teórico e prático. O tecnólogo dura de 2 a 3 anos e é uma versão resumida da graduação, com foco no mercado de trabalho.
Seguem algumas informações importantes para ajudar na sua decisão:

Graduação

O curso de graduação do Ensino Superior é ministrado nas modalidades Bacharelado (atuação mais ampla no mercado) e Licenciatura (para quem quer ser professor e dar aula para o ensino fundamental e médio). Ao terminar o curso o aluno receberá um diploma de faculdade, de bacharel ou de licenciado. Com o diploma de graduação em mãos, é possível fazer cursos de pós-graduação e MBA.
Os cursos de graduação têm, em média, duração de 4 a 5 anos e oferecem amplo conhecimento teórico e prático da área escolhida. Os cursos são oferecidos em faculdades e universidades.
São milhares de opções de curso, oferecidos nas modalidades Presencial e EaD (Ensino a Distância). Para entrar em um curso de graduação é preciso ter concluído o Ensino Médio. Então, o candidato precisará participar do processo seletivo da instituição (vestibular), que pode ser substituído pela apresentação da nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em algumas instituições.

Graduação Tecnológica/Gestão

Assim como nos cursos de graduação, os alunos que concluem uma graduação tecnológica do Ensino Superior também recebem um diploma de faculdade, formando-se Tecnólogos.
Os cursos de graduação tecnológica, no entanto, são mais voltados para as demandas do mercado de trabalho e têm duração mais curta, de 2 a 3 anos, Assim como a graduação tradicional, a graduação tecnológica também forma alunos qualificados a cursarem, posteriormente, pós-graduação e MBA. No entanto, alguns concursos públicos de nível superior restringem a participação a bacharéis e licenciados.
As graduações tecnológicas são igualmente reconhecidas pelo MEC, tanto na modalidade presencial quanto a distância (EaD). Para entrar em um curso de graduação tecnológica é preciso ter concluído o Ensino Médio. Então, o candidato precisará participar do processo seletivo da instituição, que pode ser substituído pela apresentação da nota do Enem.

Luciana Martino

Muito além dos incêndios-BOMBEIROS

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Em 1856, mais exatamente, no dia 02 de Julho de 1856, o Imperador Dom Pedro 2º, vendo a necessidade de ter homens “especiais” para combater o fogo, assinou o decreto 1.775, que regulamentava o “Serviço de Extinção de Incêndio”. Nascia assim o “embrião” do Corpo de Bombeiros no Brasil.
Com o passar do tempo, o crescimento do Brasil e de sua população e a divisão por Estados, o Corpo de Bombeiros passou a ser uma necessidade e foram criados em todos os Estados do país.

O primeiro serviço contra incêndios era responsável por orientar medidas de socorro, cabendo a equipe técnica a supervisão dos trabalhos de salvamento e extinção do fogo.

Em 1880, a Corporação passou a ter organização militar e, foram concedidos postos e insígnias aos seus componentes. Com o passar dos anos, equipamentos mais sofisticados foram fornecidos e viaturas mecânicas.

A partir de 1954, por decreto presidencial, o dia 02 de Julho passou a ser o Dia do Bombeiro, que ao longo do tempo teve suas funções largamente ampliadas de modo a atender praticamente todas as áreas de proteção à vida.

* Combate a incêndios florestais;

* Salvamento aquático;

* Resgate em altura;

* Resgate em montanha;

* Intervenção em incidentes com produtos perigosos; tais    como: gases, inflamáveis, substâncias tóxicas, etc.;

* Vistorias técnicas das condições de segurança em edificações, estádios, ou qualquer outro local de grande concentração de público;

* Serviço de Atendimento Pré-Hospitalar.

O atendimento pré-hospitalar é atualmente uma das principais atividades do corpo de bombeiros.

Ele objetiva atender às vítimas de acidentes, procurando dar socorro imediato adequado e condições ideais de transporte aos hospitais; a fim de evitar o agravamento das lesões e melhorar as condições de sobrevivência do acidentado.

O atendimento é voltado exclusivamente ao trauma (as demais emergências médicas são atendidas pelo SAMU, serviço que atende urgências e emergências de quaisquer natureza, sejam clínicas ou traumáticas); tais como: acidentes de trânsito, atropelamentos, ferimentos por arma de fogo ou arma branca, queimaduras, soterramentos, acidentes de trabalho, ou ainda problemas clínicos com risco iminente de vida.

As equipes são formadas por médicos e bombeiros socorristas.

 

Flávia Avancini

As carreiras curtas e o planejamento para o futuro

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A grande maioria dos profissionais tem a renda crescente conforme vão adquirindo graduações e experiências. É assim que acontece com médicos, advogados e professores, para citar alguns. No entanto, existe uma minoria que ganha uma quantia significativa em alguns anos de carreira. Neste grupo destacamos os atletas, modelos, manequins e celebridades, em geral.

A segunda opção de carreira e aposentadoria são duas palavras que parecem não fazer sentido algum quando se está no auge da carreira com altos ganhos e prestígio. Mas é nessa fase que toda pessoa deveria começar a planejar seu futuro.

Cientes de que terão uma aposentadoria precoce (30-40 anos), estes profissionais costumam ter um panorama bastante realista e pragmático da própria situação. Em geral, pensam com frequência sobre as alternativas profissionais e de renda que terão no futuro envolvendo possivelmente com ganhos menores e uma nova estrutura financeira para transição tão precoce.

Raros profissionais se dão conta, mas essa postura previdente, típica de profissionais com carreiras rápidas, tem mais a ensinar à média dos trabalhadores do que parece. Isso porque os ciclos de carreira estão muito mais curtos em todas as profissões. Atualmente, não é incomum encontrar histórias de profissionais que chegam a um posto de alta liderança por volta de 40 anos, e que, quando perdem o emprego, têm imensa dificuldade de se recolocar ou de conseguir outra posição com a mesma remuneração

Poupar e ter uma estratégia de investimentos é atitude obrigatória para os profissionais que atuam em profissões com atuação de curta duração – e também para aqueles que veem a possibilidade de sofrer uma queda na renda.

Os especialistas financeiros indicam reservar mensalmente ao menos 30% do salário.

As carreiras de duração curta são úteis para ilustrar que ter um plano B é importante independentemente do ramo de atuação. Imprevistos existem e podem forçar qualquer um a mudar de rumo, afinal a carreira é um conceito muito mais abrangente que envolve os diferentes papéis que desempenhamos em nossas vida e suas conexões com a família, sociedade e individualidade independente.

Flávia Avancini

Fair Play

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A ação do jogador do São Paulo F. C., Rodrigo Caio, ao livrar o adversário Jô de um cartão amarelo, assumindo para o árbitro a responsabilidade de ter atingido o goleiro Renan Ribeiro, foi um dos grandes momentos das semifinais do Campeonato Paulista. O chamado fair play é um termo esportivo que abrange, para além da ética, o respeito às regras e ao adversário. Na semana em que ocorreu, a atitude do zagueiro repercutiu com força na mídia e introduziu a ética às rodas de conversa onde normalmente se discutem as táticas e técnicas. A expressão ganhou destaque e fervilharam as opiniões a favor ou contrárias.

Num ambiente como o esporte, que é movimentado pela competitividade, a emoção e a ambição pela vitória são predominantes e necessárias para que sejam cumpridos os objetivos. Mas, esses mesmos fatores de propulsão podem desafiar os limites da ética e do respeito num momento decisivo para o sucesso. Fora dos campos e quadras, no trabalho, driblar regras ou prejudicar pessoas se apresenta como uma chance de facilitar o nosso trabalho ou de atingir alguma meta. Mas, qual é o preço disso? É uma atitude profissional?

No trabalho, podemos relacionar o fair play ao cumprimento das regras e aos valores morais. Os colaboradores e as empresas devem seguir normas. A empresa cumprindo as regras estabelecidas pela sociedade e os trabalhadores agindo conforme as orientações dos empregadores. Além disso, esse espírito esportivo, por englobar a ética e o respeito ao próximo, na realidade do trabalho pode ser entendido como o espírito de equipe.

A prática do fair play no ambiente profissional é capaz de expandir a fronteira dos regulamentos, dos acordos coletivos e das leis, estimulando a manifestação de deferências e valorizando a dimensão humana do trabalho.

O mercado procura e valoriza profissionais com o fair play incorporado em seu conjunto de qualificações, aqueles que buscam ser os melhores, porém, que entendam que ser competitivo não é ser desleal, e tenham como base para o desenvolvimento de suas atividades profissionais os princípios éticos.

A ética é um conceito difícil de ser mensurada porque muitos querem sempre levar vantagem e não entendem que num jogo você também perde,

A liderança, deve atuar como vetor de mudança deste cenário, e estabelecer em sua gestão a capacidade de colocar a ética como alicerce para qualquer ação e desenvolvimento de atividades, obtenção de metas e conquista de resultados expressivos.

Como nas partidas esportivas existem regras claras e outras subentendidas, estabelecidas pela cultura e relação entre as pessoas que formam códigos de éticas implícitos a rotina seja do esporte ou das organizações afinal firmeza de caráter gera ética e moral.

 Flávia Avancini & Reinaldo Araújo

Empresas Familiares

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Empresa familiar é aquela em que um membro ou mais fundam, detém o controle acionário e ou financeiro, e estabelecem as diretrizes de gestão. Ë sem duvida o formato de negócio mais antigo de todos os tempos.
Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) e do SEBRAE, mais de 90% das empresas constituídas no país são familiares; e apesar de serem considerado um dos principais pilares da economia, representando por volta de 65% do PIB e 75% da força de trabalho; pesquisas apontam que de cada 100 empresas familiares abertas e ativas, apenas 30 sobrevivem à primeira sucessão e cinco chegam à terceira geração.

Vantagens e desvantagens de uma empresa familiar

Embora muitas vezes empresas familiares são associadas à imagem de pequeno porte, com uma estrutura de decisão rígida e impossibilidade de crescimento profissional para quem não é da família; existem empresas familiares de diversos portes (pequenas, médias e grandes) e muitas vezes, profissionalmente interessantes para seus colaboradores.
Quando bem geridas, as empresas familiares apresentam uma série de vantagens em relação às não familiares:
Relação de confiança e respeito: sendo todos da mesma família, unidos por laços que vão além da mera convivência profissional, os processos decisórios tendem a ser mais simples, transparentes e menos burocráticos. A relação de confiança se estende a todos colaboradores no relacionamento do dia a dia.
Envolvimento com colaboradores: entre os diretores, bem como entre os colaboradores surge uma identidade de missão e valores. Não raro, colaboradores tendem a trabalhar por muitos anos na empresa, adquirindo grande conhecimento no seu segmento de atuação e forte identificação com os objetivos do negócio.
DNA da cultura organizacional: empresas familiares costumam carregar muito da personalidade de seu fundador mesmo após outra geração assumir os negócios. Isso faz com que, em geral, fique claro qual tipo de comportamento cada colaborador pode adotar e de que maneira deve responder às mais diversas situações;
Fortalecimento da marca e do desempenho: pelo fato dos profissionais de diretoria serem todos donos do próprio negócio, a empresa tende a construir fundamentos sólidos para construção de uma marca forte, com permanência sustentável e longevidade no mercado.
Nem tudo são flores, muitas vezes as empresas familiares, podem ser centralizadoras nas decisões, ou seja, o desenvolvimento da empresa depende da postura do principal sócio proprietário em relação ao negócio.

São desvantagens:

Pessoal X Profissional: em certas empresas familiares, que os laços entre a direção e os colaboradores vão além do aspecto profissional. Isso pode ser um complicador quando questões profissionais estão sobre a mesa e variáveis emocionais interferem na gestão do negócio.
Centralização de decisão: empresas familiares podem ter um único gestor forte. Nestes casos, quaisquer problemas que ocorram com ele (doença, acidente, etc.), podem afetar o desempenho da organização como um todo.
Oportunidades de crescimento profissional: em empresas familiares, são raros os casos de profissionais que conseguem chegar à alta diretoria sem pertencer à família. No entanto, pesquisas mostram que o reconhecimento e a promoção de cargos ocorrem com maior frequência.
Ausência de processos de sucessão: em muitas empresas, não existe uma preocupação em preparar a sucessão dos cargos de comando; empresas desse tipo correm sério risco de falir quando há mudança de geração na direção.
Em geral, todas tendem a seguir a cultura do fundador. Isso pode ser uma vantagem competitiva para a empresa ou ser um obstáculo para o crescimento e, até mesmo, continuação dos negócios.

P. Gratz


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O Desafio de Ser Professor no Brasil

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Professor, uma das profissões mais antigas do mundo! Professor ou docente é uma pessoa que ensina ciência, arte, técnica ou outros conhecimentos. Para o exercício dessa profissão requer-se qualificações acadêmicas e pedagógicas, para que consiga transmitir/ensinar a matéria de estudo da melhor forma possível ao aluno.
Quem não se lembra de algum professor que tenha marcado sua vida? Quem nunca pensa com carinho e admiração em alguém que se empenhou em transmitir conhecimento e contribuir para sua formação? O professor está em toda parte. É o elemento incentivador, realizador e aperfeiçoador de todas as profissões e atividades. Os mestres são pessoas vitais para a vida da família, da sociedade, religiosa e política.
Apesar da importância enorme do professor, pouco ou nada se faz por eles, deveriam ser profissionais bem preparados e bem pagos para que possam dar e propagar o acesso ao saber. A profissão de professor é a mais importante de todas, nenhuma atividade é tão essencial a uma sociedade como a educação. É por isso também que o professor tem de ser cada vez mais valorizado e respeitado como um mestre, ou pelo menos, deveria.
O que de fato vemos são profissionais pouco valorizados e ouvidos, são pessoas ameaçadas e pouco respeitadas, seja no ensino público ou no particular. Vemos grades escolares sendo alteradas sem que de fato os professores sejam convidados a opinar, vemos profissionais mal remunerados pelo estado e prefeitura, vemos uma das mais antigas profissões ser degradada e fadada ao insucesso.
Essa realidade precisa mudar! Podemos começar essa mudança dentro de casa, de nós mesmos e de nossos filhos. Temos que nos conscientizar e transferir aos outros nossa crença e valorização dos nossos professores, devemos incentivar as pessoas que possuam interesse e tenham aptidão para essa profissão. Devemos acima de tudo acreditar que o futuro desse país sempre passará pelas mãos dos mestres. A eles, nosso respeito, admiração e força!

Luciana Martino


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A Escolha da Carreira Profissional

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Nos dias atuais, a sociedade vê as pessoas não pelo o que elas fazem, mas sim pelo tamanho de sua remuneração. A grande parte dos jovens que estão na fase da escolha da carreira profissional se deparam com um dilema, ter sucesso financeiro, ou trabalhar com o que gosta mesmo não tendo um grande retorno de dinheiro?
Nessa época o jovem está definindo sua identidade e, principalmente, querendo estabelecer o que quer ser na idade adulta.
Para isso será necessário que conheça suas capacidades, seus interesses e sua motivação.
Os interesses motivam o que orienta a escolha, mas é preciso considerar que os interesses vão mudando à medida que o jovem entra em contato com uma grande diversidade de profissões que existem atualmente.
Os traços de personalidade, a cultura, as influências das pessoas que vivem ao seu redor. Todos esses fatores irão interferir quando o jovem precisa tomar a decisão sobre o curso que irá frequentar. Para que o jovem possa ser orientado e auxiliado na escolha da futura profissão é de grande importância ter maior número possível de informações sobre as diferentes ocupações, quais são seus requisitos, e, principalmente, quais os deveres que se esperam deste profissional.
Fazer uma análise de suas tendências, de suas aptidões e de seus interesses, além também de ser informado sobre as características do mercado de trabalho.

A importância da orientação profissional/vocacional

A Orientação Profissional auxilia as pessoas no momento da escolha ou redefinição da profissão. Ela não serve apenas aos jovens do Ensino Fundamental e Médio. Serve também para adultos que não estão satisfeitos com a profissão e pretendem investir numa nova carreira ou, mesmo satisfeitos, querem progredir na carreira. Existem reorientações até mesmo na aposentadoria.
Isso se torna importante já que dados do Censo de Educação Superior revelam que houve 3.632.373 de matrículas, 1.243.670 de ingresso e 522.928 de concluintes no ensino superior no referido ano. Isso confirma que o número de matrículas e ingresso é muito superior ao número de concluintes. Entre as diversas variáveis que poderiam explicar essa diferença, estão pessoas que desistiram do curso por insatisfação com a escolha que fizeram.
A Orientação Profissional serve não apenas para se ter um norte sobre o campo profissional a seguir, mas também como uma oportunidade de autoconhecimento, de alinhamento entre habilidades/características pessoais e profissão, do sentido/significado do trabalho para o ser humano, da relação trabalho e projeto de vida.
Talvez escolher a carreira seja um dos momentos mais difíceis da vida. A escolha tem que ser feita numa idade na qual ainda não temos experiência de vida nem autoconhecimento suficientes para fazer uma escolha certeira e definitiva. Segue algumas dicas:

Pesquisa:
Ler sobre diversas áreas, sobre as universidades que interessam, incluindo visitas a este ambiente acadêmico traz uma proximidade maior sobre os cursos que cada uma oferece, e sobre o que cada curso faz. Às vezes forma-se uma noção muito superficial de determinada profissão. É importante estudar as grades curriculares, caso ainda não optou nem a área – ciências humanas, exatas ou biológicas – o processo da pesquisa poderá auxiliar.

Cursos de orientação profissional:
Diversas instituições oferecem cursos de orientação profissional. Os cursos de orientação profissional em geral facilitam a escolha do indivíduo, deixando ele perceber por si só as áreas com as quais mais se identifica.

Investigar sobre carreira e mercado:
Ler é sempre importante. Pesquise matérias sobre plano de carreira de cada área, possibilidade de crescimento de cada profissão, concorrência de mercado, média salarial, entre outras peculiaridades. É importante também saber o momento do mercado, as profissões do futuro e aquelas que estão ficando obsoletas.
Conversar com profissionais que já estão no mercado, saber da realidade da profissão, isso evita frustrações futuras. Conhecer o dia a dia da profissão, quais são os problemas, as possibilidades de crescimento dentro das empresas.

Intercâmbio:
Caso seja possível, viaje, estude fora. Conhecendo pessoas e culturas diferentes você amplia sua noção de mundo, e consequentemente suas possibilidades.

Exercitar o autoconhecimento:
Talvez este seja o ponto mais importante para escolher uma carreira de sucesso. É preciso se conhecer, saber no que é bom, conhecer os próprios talentos, o que gosta de fazer e aquilo que não gosta. É importante saber da sua resiliência com pressão, ou a preferência por um trabalho com maior planejamento, se quer viver na cidade grande ou no interior. Todas as variáveis da sua vida interferem na sua escolha.

A escolha da profissão certa só cabe a você. A carreira é sua, o sonho é seu!

A verdadeira coragem é ir atrás de seus sonhos mesmo quando todos dizem que ele é impossível
Cora Coralina (1889-1985)

 Flávia Avancini


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Não Seja um Porquê no Seu Trabalho

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A série 13 Reasons Why, baseada no livro “Os 13 Porquês” de Jay Asher, estreou na semana passada agitando a web com uma discussão sobre bullying, misoginia, abuso e, consequentemente, sobre depressão e prevenção ao suicídio. Ambientada em uma escola, a história também aborda a dificuldade de comunicação entre pais e filhos. Hannah Baker, a protagonista da série, comete suicídio deixando como legado sete fitas cassetes apontando os treze motivos de ter tirado a própria vida. Os fatos abordados no seriado também podem ser facilmente projetados em outros ambientes, como o trabalho.

Hannah Baker, protagonista de 13 Reasons Why, da Netflix

Hannah Baker, protagonista de 13 Reasons Why, da Netflix

A escola é a nossa primeira experiência social independente com o mundo exterior. O Ensino Médio crava o último período dessa experiência, o fim de um ciclo que nos lança em queda livre para um novo e desconhecido universo. Nestes últimos anos de escola, onde tudo acontece de forma mais intensa, é comum ter vivenciado momentos de tensão social como intimidação ou violência física e moral. Algo que se mostra tão cotidiano que alguns nem reconhecem o ato como maltrato mas, que no fundo, faz toda a diferença.
Então os anos se passam, o Ensino Médio acaba e vem uma vida inteira de responsabilidades: a necessidade de um emprego, os boletos, a cobrança da continuidade nos estudos, dos relacionamentos, da independência, do sucesso profissional… E a gente se dá conta de que muito do que ficou para trás, na verdade permaneceu conosco, só que com uma cara nova. No trabalho, nós continuamos saindo para o intervalo do almoço com quem temos mais afinidade, as conversas de corredor só ficaram mais complexas e as equipes, tal como numa sala de aula, são compostas por pessoas que gostamos ou não. Assim, não fica difícil de imaginar que porquês semelhantes aos que aconteceram com Hannah Baker possam estar acontecendo também no nosso ambiente de trabalho.
Os atos de bullying no trabalho geralmente estão ligados a uma relação hierárquica, onde o superior pratica o abuso ou faz mal uso do poder, intimidando, ofendendo ou humilhando o trabalhador, normalmente na frente de outras pessoas. Mas, é importante não deixar de fora o impacto da conduta dos colegas com o próximo. A integração total da equipe é importante, indivíduos bem socializados formam um grupo menos hostil. Mas, podem haver discordâncias e antipatias na equipe. São nesses casos que a rivalidade pode agravar-se gerando boatos, deboches e troca de farpas, muitas vezes de forma velada. Esse é o ambiente perfeito para o nascimento do porquê de uma depressão, do stress e de fobias, entre outros. Tanto para um oponente, quanto até para ambos.ii2Cabe ao gestor ser inteirado com sua equipe, saber observar e tomar atitudes imparciais sobre o caso, mediar a situação, buscando um ponto consensual entre as partes para fazer com que situações como esta não prejudiquem todo o time.
É fácil se enxergar como a vítima de atitudes estúpidas, mas é difícil se enxergar como o produtor da estupidez. Isso faz jus àquela frase popular “quem bate não se lembra, mas quem apanha jamais esquece”. E muita gente se vê distante de ser o agressor por ter cometido uma ação insignificante, do próprio ponto de vista. Mas, para o agredido pode fazer toda a diferença. Basicamente, isso é fruto da falta de empatia, da importância que é dada mais a ser ouvido do que ouvir.
Mesmo não se enxergando no papel de agressor ou agredido, é importante ter consciência de que isso existe. Pode haver uma Hannah Baker ao seu lado no trabalho, silenciosamente pedindo ajuda. É imprescindível prestar atenção ao seu redor mas, não apenas observar. Por vezes é necessário tomar atitudes, defender, oferecer ajuda ou apenas ouvir. Ser passivo nessa situação te torna tão responsável quanto o agressor.
O Centro de Valorização da Vida, de prevenção ao suicídio, recebe por mês uma média de 1,2 mil ligações. Em pesquisa do mesmo instituto, 25 brasileiros morrem diariamente vítimas de suicídio; 17% dos brasileiros, em algum momento, já pensaram em dar fim à própria vida e, desses, 4,8% chegaram a elaborar um plano para isso. 90% dos suicídios podem ser prevenidos. Não espere alguém acumular tantos porquês para chegar a esse ponto. Atente-se para não contribuir com um porquê para o próximo.
Depressão não é frescura. Tentativas de suicídio não são futilidades para chamar a atenção. Um ambiente de trabalho harmonioso e aberto contribui para a saúde mental de todos. Vamos todos colaborar com nossas atitudes #NãoSejaUmPorquê no seu trabalho.

Reinaldo Araujo

Caso precise de ajuda, ligue gratuitamente para 141
Se preferir conversar por outros meios acesse o site:
www.cvv.org.br


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Voluntários: Os Profissionais que Vão Além

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Falar de voluntários é antes de mais nada, referir-se à seres especiais e benevolentes. Pessoas com foco no outro, preocupadas em contribuir de alguma forma para a humanidade. Ser voluntário é doar seu tempo, trabalho e talento para causas de interesse social e comunitária e com isso melhorar a qualidade de vida da comunidade. Trata-se de atividade não remunerada prestada por pessoa física.
Existem diversas formas de voluntariado e escolher aquela que mais se identifica com suas habilidades e objetivos, certamente lhe trará maior prazer e gratificação:
• Se você for um profissional liberal (médico, dentista, advogado, psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, etc.) poderá pensar em atender pessoas carentes que precisem desse tipo de serviço. Você pode também oferecer serviços de cabeleireiro, manicure ou mesmo alfabetizar adultos, dar aulas sobre higiene pessoal, artesanato, instrumento musical, esporte, entre outras opções. Ser criativo é importante!
• Uma outra forma é participar de campanhas, como doação de sangue, vacinação, prevenção à dengue, distribuição de livros, brinquedos, roupas e alimentos, além de ajuda às vítimas de catástrofes ambientais. Para isso, você pode se juntar aos grupos comunitários e associações específicas.
• Você pode ainda ser voluntário em hospitais, creches, escolas, ONG’s e organizações sociais. Existem inúmeras opções em instituições que atuam em diferentes causas e oferecem oportunidades. Nesses casos, esteja disposto a aceitar as regras e condições dessas instituições. Ao comprometer-se, contarão com o seu trabalho e você deve ser responsável para cumprir o acordado.
É importante ressaltar que todo tipo de voluntariado vale a pena. Todos são dignos e trazem consequências boas para quem oferece seu tempo e para quem recebe. Percebemos que cada vez mais profissionais atuantes no mercado de trabalho buscam alguma forma de voluntariado no seu tempo livre. Essa atitude os diferencia e os caracteriza como pessoas que vão além de suas obrigações e do seu mundo próprio. Seja um deles!

Luciana Martino


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