Proativa RH e nós, 20 anos juntos!

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Parece que foi ontem que eu saí da última empresa que trabalhei isso foi em 1993, não quis acompanhá-la na mudança para Sorocaba.
Fiquei alguns dias em casa, liguei para meus contatos. Mas de verdade, eu não queria voltar a trabalhar em empresa. Neste meio tempo um conhecido, dono de uma consultoria que nos prestava serviços, chamou-me para uma conversa.
Fez-me uma proposta de assumir em sua empresa, o cargo de Consultora das áreas comercial / recrutamento e seleção, a vivência durou uns oito meses, foi legal, mas o mais importante deste período, foi a certeza que eu poderia abrir um negócio (sonho antigo); se eu era capaz de prospectar clientes, poderia fazê-lo para minha empresa.
Em Abril de 1994, consultei o SEBRAE, contratei um contador (está conosco até hoje), aluguei uma salinha na Galeria Borba Gato, comprei alguns móveis (tudo com o dinheiro da rescisão) e comecei com a cara e a coragem!
Eu tinha então 45 anos, muita energia e muita vontade de empreender. Em 25 de Agosto do mesmo ano a Proativa passou a existir oficialmente. Começou a surgir os primeiros clientes, o volume de serviços foi ficando maior do que eu podia suportar, então não demorou muito para que eu pedisse socorro da família. Primeiro veio meu marido, com formação acadêmica totalmente diferente e uma carreira brilhante pela frente. Pediu demissão da empresa e decidiu investir no sonho do negócio próprio. Logo em seguida, veio meu filho, era um garoto, começou como Office Boy, naquela época não tínhamos carro, serviço externo era no “busão” mesmo!
Éramos nós três e o mercado de trabalho!
Arregaçamos as mangas e trabalhamos duro. Muitos colaboradores vieram, contribuíram, foram embora, assim é a vida! No entanto, três vieram, contribuíram, foram embora e depois voltaram; estes três compraram e compram nossa briga até hoje.
Não foi e continua não sendo fácil, construir e manter uma empresa de serviços num mercado cruel como o nosso, nós três estamos há 20 anos juntos, contamos com uma equipe de alta performance e, estamos certos que a Proativa é uma empresa responsável, de qualidade reconhecida e comprometida com a valorização humana.

Empatia

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people-togetherCreio que todos os relacionamentos: empresariais, profissionais ou pessoais, deveriam ser essencialmente empáticos, ou seja, as pessoas poderiam estabelecer relações, colocando-se umas no lugar das outras.
Colocar-se no lugar do outro é uma capacidade cognitiva do ser humano, e pode ser desenvolvida no dia a dia nas nossas relações com a família, no trabalho com colegas, com o namorado (a) e no casamento. Possuímos em nosso cérebro um “banco de experiências e respectivas respostas, reações, atitudes, conclusões e etc.”.
Creio que vocês estão se questionando: “Mas as pessoas reagem às experiências de maneiras diferentes!”. Sim, os sentimentos individuais são diferentes, mas socialmente, os humanos apresentam padrões comportamentais comprovadamente muito semelhantes.
Para estabelecermos um relacionamento empático, colocando-nos no lugar do outro, não basta contar com um farto banco de experiências, precisamos antes de tudo, prestar atenção no outro, olhar de verdade para seu semblante e atitude, ouvi-lo com interesse, e assim procurar entende-lo.
A empatia vai acontecer espontaneamente em seus relacionamentos e, passará a fazer parte da sua maneira de ser nas mais diversas situações. Vale refletir a respeito.

#esperoseucomentário

Relacionamento é outro valor da Proativa RH

“Nosso relacionamento é essencialmente empático, embasado no contínuo entendimento da especificidade de cada cliente, suas características culturais únicas e suas necessidades específicas de atração”.

P. Gratz

Matéria sem comentário é como sonho que se sonha só

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Como bem disse nosso poeta: sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só… Sonho que se sonha junto é realidade!
Quem escreve um texto e divulga nas redes sociais é um sonhador e, se for do “bem” de uma maneira ou de outra, sonha com um mundo melhor.
Quando alguém “curte”, sabe-se que demonstrou interesse; isso é muito bom! Mas, concordam que é pouco?
Falta, mesmo que pequeno, um comentáriozinho do tipo: concordo ou discordo por que… Daí, o assunto fica completo com as diversas opiniões, fica compartilhado de verdade, torna-se um sonho real e coletivo, capaz de mudar o mundo para melhor.

P. Gratz

Feliz Dia dos Pais!

Kelly Sikkema
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Antes mesmo de ser meu herói, meu pai compartilhou bravamente com minha mãe os meus cuidados e a minha educação…
Muitas vezes levantou-se prontamente na madrugada quando eu berrei de fome ou de medo
Deu-me vários banhos morninhos e trocou minhas fraldas com carinho
Chorou com minha mãe quando dei meus primeiros passos…
Ensinou-me andar de bicicleta e jogou bola comigo no gramado perto de casa
Revezou com minha mãe a presença nas reuniões da escola
Sempre a disposição para conversar comigo e tirar minhas dúvidas
Meu pai me deu muitas “duras” para que eu fizesse as escolhas certas!
Ah! Ele me ensinou a ser um homem responsável, comprometido com a família, mais que um provedor das necessidades materiais, um provedor de amor…

P. Gratz

Valores da Proativa RH: Diversidade

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Diversidade é outro valor da Proativa RH

“Somos comprometidos com a inclusão social, apoiamos processos seletivos que ofereçam oportunidades iguais, independente das diferenças étnicas, físicas, condição sexual e opção religiosa”.

diversidadeImagine se os habitantes do planeta fossem todos iguais em todos os aspectos; viveríamos num mundo extremamente monótono; creio que, até mesmo, inviável. A diversidade humana é uma das maiores riquezas do planeta.
O artigo 2º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, diz que não deve haver, em nenhum momento, discriminação por raça, cor, gênero, idioma, nacionalidade, opinião ou qualquer outro motivo. O sábio artigo nos diz que a convivência só se torna possível se as diferenças forem respeitadas.
Será que nós respeitamos as diferenças que existem entre nós? As respostas são: Sim, não, mais ou menos, em alguns aspectos sim e em outros não. A verdade é que, felizmente pouco a pouco, as sociedades estão mudando seus valores e conceitos e, hoje podemos conceber uma convivência humana de mais respeito às diferenças; embora o racismo, a homofobia e outros preconceitos ainda existam entre nós.

P. Gratz