Eleições 2014: uma entrevista de emprego com seus candidatos

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Se você já passou por um processo seletivo, deve recordar-se da preparação para a entrevista. Do trajeto até o local, por onde você passou ensaiando mentalmente as respostas para possíveis perguntas que podem lhe fazer. Deve recordar-se da mistura de tensão, autoconfiança e mistério. É neste momento em que suas habilidades, talento, personalidade e carreira são avaliados em uma conversa onde somente você e suas respostas podem ajudar a decidir o que se sucederá.
Da mesma maneira isso acontece nas eleições, os papéis se invertem, e nós que passamos pela experiência de sermos avaliados agora podemos aplicar esta vivência na escolha dos nossos políticos. Neste post, de forma imparcial e prática, vamos ajudá-lo a avaliar e selecionar seus candidatos utilizando os mesmos critérios aplicados em um processo seletivo comum.
Agora você faz parte de uma grande equipe de consultores de RH e sob a sua responsabilidade estão as vagas de Deputado Estadual, Deputado Federal, Senador, Governador e Presidente da República.
Assim, para qualquer um destes cargos, devemos ter em mente a escolha de pessoas que conheçam, de fato, o cidadão; que estejam inseridas na atualidade, que estejam conectadas online e off-line com as causas, anseios e necessidades do eleitor. Pessoas que ocuparão tais posições precisam ser comunicativas, sociáveis e confiantes. Precisam ser maduras, independente de idade; de ter vivência em liderança e, muito além de saber se expressar, que saibam escutar.
Apresentado este panorama, vamos nos voltar para o perfil técnico. Pense agora em seus candidatos, vamos traçar um currículo deles, caso ainda não tenha um candidato em mente, enumere as características que você ache importante num político, para assim, facilitar uma posterior escolha.
Objetivo: O cargo que seu candidato almeja. E, nesse momento, podemos ir mais a fundo perguntando “Por que ele quer este cargo?”, busque informações sobre a carreira e história de vida do candidato, encontre os motivos que levaram-no a seguir a carreira política.
Formação: Imagine-se dono de uma empresa que precisa contratar um novo coordenador de T. I., para esta posição você contrataria um médico, mesmo que experiente e renomado? Este é um ponto um tanto polêmico para ser abordado, é importante que hajam diversas perspectivas de conhecimento no poder público, mas, quais tipos de conhecimentos adquiridos são mais adequados para se governar e legislar? Já tivemos muitos advogados na presidência, também como jornalistas e professores. A nossa atual presidenta é economista. Aqui seus valores e seu bom senso definirão qual a bagagem de conhecimento (acadêmico ou não) é a mais adequada para se governar.
Qualificação e Conhecimento: Aqui, você deve pesquisar quais as habilidades e conhecimentos que tornam seu candidato um diferencial na casa em que atuará. Busque onde ele trabalhou anteriormente, pesquise sua performance, inovação e desempenho no cargo.
Experiência Profissional: Esta parte do currículo revela muitos pontos importantes e até polêmicos. É um ponto negativo o candidato nunca ter ocupado algum outro cargo na política? Você elegeria um candidato instável, que “pula” de um cargo/empresa para outra? Pesquise as contribuições que seu candidato deixou por onde passou, verifique o motivo das demissões e do ingresso em novos cargos.
Atividades Extracurriculares: Quais as causas em que seu candidato é engajado? Ele já atuou em alguma ONG lutando contra determinado problema na sociedade? Ele é destacado em seu meio, reconhecido por meio de prêmios ou por trabalhos bem sucedidos que desenvolveu? Esta seção é, praticamente, um espelho da atuação de seu candidato caso conquiste seu cargo.
Bônus: com os candidatos em mente, verifique se eles já ocupam algum cargo político ou estão tentando uma reeleição, caso sim, acesse http://www.politicos.org.br/ e verifique sua pontuação. Caso ele tenha mais de 200 pontos, quer dizer que ele tem uma boa performance, apresentando e votando em projetos que beneficiam a sociedade. Caso tenha menos de 200 pontos, quer dizer que foram retirados pontos por motivos de faltas e processos, neste caso seria prudente você rever os motivos que te levam a reeleger alguém que não está cumprindo com suas obrigações.
Faltam poucos dias para o primeiro turno das eleições, mas ainda há tempo para pesquisar quais as opções que mais se encaixam com os seus ideais. Uma breve pesquisa na internet, em fontes oficiais, nas propostas de seus candidatos e nas posturas que tomam perante os assuntos da atualidade poderão ajudar a nortear ou até mudar as suas escolhas. O voto de protesto é aquele em que você elege alguém que transmita a sua opinião. O voto nulo ou branco não anula e nem exerce influência alguma sobre as Eleições. Portanto, se quiser mudar o país, dedique um pouco de seu tempo à cidadania e conceda estas vagas àqueles que trabalharão para nós e por nós.

Reinaldo Araujo

Valores da Proativa RH: Conhecimento

Valor Conhecimento
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Buscamos a excelência em nossos serviços fundamentados na aquisição, experimentação e disseminação de conhecimentos.

O olhar empresarial está voltado para o capital intelectual, ou seja, para o valor do conhecimento das pessoas.
Mais do que antes, as capacidades criativas, as vivências, a inteligência emocional, as competências técnicas e comportamentais são percebidas e reconhecidas como um diferencial de sucesso para as empresas e para os profissionais no mercado de trabalho.
O conhecimento deve ser democratizado. Preso numa cabeça só, ele deixa de ter valor e morre em si mesmo. O conhecimento compartilhado germina e desenvolve-se em uma rede de “saber” contínua.

P. Gratz

Trabalho Infantil

Uma criança que não vive sua infância vive em um mundo sem cor.
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O trabalho infantil no Brasil é um verdadeiro escândalo social. Em nosso país muitas crianças ainda deixam de ir à escola, de brincar e trabalham na lavoura, em casas de família, quebrando pedras, na produção de carvão, entre outros serviços.
Legalmente, somente adolescentes a partir de 14 anos podem trabalhar na condição de Menor Aprendiz. No entanto, os fatos são diferentes; em torno de 1,2 milhões de crianças entre 5 e 13 anos estão trabalhando no Brasil.
Nas populações de extrema pobreza, o trabalho infantil ainda faz parte da cultura de sobrevivência da família. É muito triste!
A criança que trabalha, normalmente não estuda e, quando estuda seu aproveitamento escolar é bem fraco; muitas vezes acaba desistindo. Estas crianças vão crescer despreparadas para o mercado de trabalho, aceitarão subempregos, constituirão famílias que com certeza, vão alimentar o ciclo da pobreza.
Apesar de existir legislação que proíbe oficialmente este tipo de trabalho, é comum a presença de menores em cruzamentos de vias de grande tráfego, vendendo bens de pequeno valor. E, não tão perigoso, mas igualmente trabalho, são as crianças que trabalham em novelas e comerciais de televisão.
Sentimo-nos oprimidos diante de fatos que maltratam nossa gente, especialmente nossas crianças; o que podemos fazer para mudar este cenário?
Nossa força está nas redes sociais! Temos que manifestar nossa indignação incessantemente, incansavelmente… Nestas eleições, as redes são a ferramenta da vez para as campanhas dos políticos!
A hora é esta pessoal! Vamos nos manifestar, vamos dar nossa opinião e postar fotos de tudo que consideramos imoral e injusto socialmente.

Menor Aprendiz

O Programa “Menor Aprendiz” (lei 10.097) Muito mais que uma Lei é um Incentivo para que as empresas abracem causas de responsabilidade social; no caso deste programa, os jovens são contratados pelas empresas aderentes e, através de uma educação continuada eles são desenvolvidos em suas habilidades e capacitados em cursos de formação profissional. Trata-se de um ensino dual (ensino integrado escola-empresa), em parceria com o SENAI e SENAC.
Os benefícios são enormes para as empresas que entre outros ganhos, poderão formar sua futura base de profissionais qualificados, por vezes tão escassa. Por outro lado, os benefícios para os jovens são ainda maiores; garante-lhes um ensino de muita qualidade; estudam e trabalham (recebem uma bolsa remunerada), são capacitados para o mercado de trabalho.
A Proativa RH desenvolve e conduz processos seletivos para o “Programa Menor Aprendiz” de empresas conscientes da sua responsabilidade social e de seu compromisso na construção de uma sociedade mais justa e sustentável.

P. Gratz