A crise influencia no clima organizacional?

rednuht
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Acredito que a palavra “crise” esteja hoje presente em todas as conversas formais e informais de todos os brasileiros. Parece que estamos todos vivendo com a tensão e a ameaça que essa palavra traz para todos nós.
Na nossa vida pessoal, algumas medidas estão sendo tomadas para enfrentarmos esse momento, o planejamento familiar está sendo revisto em todos os detalhes: onde podemos diminuir as despesas? Precisamos mesmo investir nessa compra? Podemos adiar esse curso?
Tudo isso acontece devido à insegurança do momento. Não sabemos para onde vamos, com quem vamos e quando vamos. Os jornais, telejornais e site estampam a cada dia notícias que nos deixam cada vez mais pessimistas em relação ao futuro.
Se a crise nos influencia pessoalmente, imagine como estão os empresários e donos de empresa? Percebemos uma estagnação no mercado de trabalho, freios puxados no que se refere a novas contratações e investimentos. O clima é de total insegurança para patrões e funcionários. Medo é a palavra de ordem, medo de ser dispensado, medo de investir e perder dinheiro, medo do futuro, medo do que está por vir.
Sim, a crise influencia o clima organizacional! Mas felizmente, a empresa é formada por pessoas. Brasileiros que sabem como ninguém “driblar” as crises, indivíduos acostumados a lidar com situações adversas com bom humor e criatividade, pessoas que vêm na crise a oportunidade para pensarem em novas alternativas e mudar o rumo de suas vidas. São os otimistas que possuem a energia necessária para se sair bem de todas as situações.
Portanto, seja um deles! Influencie positivamente seu ambiente de trabalho, você pode sim fazer a diferença e ser referência nesse momento de crise. Pode ter certeza que momentos difíceis ficam mais leves para quem sabe enfrenta-los com ações concretas e planejadas. Enfrente a crise de frente, isso faz toda a diferença!

Luciana Martino

E agora? Estou desempregado!

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O desemprego faz parte da carreira dos profissionais; é um período difícil, mas se assumirmos atitudes incomuns, poderemos crescer e perceber que há muito a ser feito, além de procurar um novo emprego.

O objetivo da matéria é apresentar algumas dicas super práticas.

1 – Estar desempregado é perder a zona de conforto ou em outras palavras é sair repentinamente da situação em que eu acho que tenho tudo sob controle. Perde-se o chão, deixo de ser o fulano da empresa “X” e, na maioria das vezes além do sentimento de perda, sinto-me o profissional mais injustiçado do planeta!

Portanto, caro(a) amigo(a), a primeira dica é: aceite com naturalidade a nova situação.

2 – Compartilhe com sua família, casado ou solteiro, coloque todos na sala e converse sobre a nova situação, sem alarde, mas deixe claro a todos que até que esteja novamente empregado, não se inventa nenhuma despesa nova, ao contrário vamos cortar as gordurinhas: idas ao cinema, perigosos passeios no shopping, comer fora entre outras.

3 – Monitore seus gastos: aqui vale desde um caderno de anotações com as despesas até uma planilha no Excel. O importante é ter o controle. Existem excelentes aplicativos para controle de gastos pessoais como o Guia Bolso para iOs e Android.

4 – Ajude nas tarefas de casa: assuma tarefas domesticas que quando empregado não fazia. Estabelecer uma rotina, com horário para acordar e fazer determinadas atividades ajuda a manter a disciplina e eleva a autoestima. Seja útil!

5 – Divulgue o seu perfil profissional. Use as redes sociais, grupos no Facebook e no LinkedIn que conectam pessoas com o mesmo interesse profissional. Faça isso também off-line, converse com parentes e amigos, diga que está buscando novas oportunidades de trabalho. Comunique-se!

6 – Pesquise, estude leia o máximo que puder. A internet tem uma série de cursos gratuitos que inclusive emitem comprovantes de participação. A FGV por exemplo, tem cursos online disponíveis. Busque leituras e notícias relacionadas a sua área de atuação. Se você não tem noções aprofundadas de Excel e pretende trabalhar em áreas administrativas, essa é a hora de encarar as planilhas. Conhecimentos nesse aplicativo são um grande diferencial!

7 – Use seus talentos extras! Se você trabalhou como recepcionista, mas sabe fazer trufas deliciosas, por que não aproveitar este talento para fazer entrar um dinheiro a mais? Vai que suas trufas façam um sucesso enorme, além do que você esperava e surja a vontade de abrir um negócio próprio?? Ficou inspirado? Leia a nossa matéria sobre empreendedorismo.

8 – Seja solidário: durante a sua busca por recolocação profissional, você pode se deparar com propostas de emprego que não atendam seu objetivo, mas que cabem sob medida para uma outra pessoa que talvez você nem conheça pessoalmente; não hesite indique esta pessoa para a proposta em questão.

9 – Você também seleciona, não é apenas selecionado. Sabemos que quanto antes vier um novo trabalho melhor. Mas, não se afobe! Analise bem a proposta, as atividades do novo cargo, os desafios, o possível plano de carreira e a compatibilidade de remuneração. (Ah! Não se esqueça da distância de sua casa à empresa).

10 – Pesquise a futura empresa. Liste as empresas que você tem interesse, entre nos sites, conheça seus valores, sua missão e sua política de Recursos Humanos.

O desemprego é uma fase de transição. Todo processo de mudança exige de nós serenidade, criatividade e perseverança. O desemprego não um espaço vazio, mas um tempo de renovação e crescimento!

P. Gratz

Futebol, política e religião: trabalho é lugar de discussão?

desconhecido
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Dizem que futebol, política e religião não se discutem. Errado! São assuntos que podem e devem ser discutidos. Discuti-los significa abrir sua mente para ouvir novas opiniões e reflexões.
Entretanto existem locais e modos para expor suas crenças. Quando estamos num ambiente informal, tudo é permitido desde que não exceda o limite do respeito e bom senso. São assuntos que normalmente geram polêmicas e alteram os ânimos, isso porque são valores intrínsecos, que muitas vezes passam de geração em geração.
Discutir esses assuntos no trabalho exige um cuidado especial. Seguem alguns deles:

  • Não leve para o ambiente de trabalho imagens de santos, terços, incensos, sal grosso, enfim nada que possa deixar seu colega melindrado ou ofendido;
  • Não queira convencer os outros de que sua religião é a certa. Converse sobre isso, argumente, mas respeite a escolha do outro. Religião certa é aquela que te conforta e que traz paz;
  • Trabalhar com camiseta de time de futebol nem pensar! Brincar e “gozar” do colega de trabalho quando o time dele perde, faz parte. Mas saiba que ninguém vai trocar de time por sua causa. Portanto, não se altere!
  • Política então é um problema. O fundamental é saber que vivemos numa democracia, onde todos tem liberdade de fazer suas escolhas e mostrar isso através do voto. Lembrando que o voto é secreto, portanto não instigue.

Lugar de trabalho é para ser respeitado. Amigos oriundos de empregos são escolhas de cada um, cabe à nós decidirmos com quem estreitaremos os laços. Nesse caso vale a identificação religiosa, futebolística e política. Mas com colegas de trabalho o vínculo deve sempre ser harmonioso e isento de qualquer preferência. Por esse motivo, converse sim sobre esses assuntos, mas acima de tudo, respeite as diferenças e jamais “perca a linha”!

Luciana Martino