Volta ás Aulas

nicolasbuffler
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Mais um ano letivo começou e com ele a necessidade de reorganizar toda rotina depois das férias.

As crianças e pais precisam voltar para o ritmo das atividades do dia a dia, readaptando o seu relógio biológico.

Acordar e dormir cedo, realizar as refeições no horário correto e reservar um tempo para as tarefas de casa não precisa ser algo difícil e doloroso.
É bom lembrar que a fim de retomar à rotina esta readaptação deve iniciar com a organização dos horários dos pais.
Quem ajuda nas tarefas nos dia da semana e até mesmo definir um cardápio alimentar semanal incluindo os lanches do recreio ajudam a família a recuperar o ritmo com a nova rotina das crianças.
É motivador e estimulante preparar junto com as crianças o material escolar, os uniformes e, principalmente, retomar a rotina dos horários tanto de despertar, quanto de dormir para minimizar as mudanças.
Segundo os pediatras não recomenda-se deixar para se organizar na véspera do retorno, principalmente quando falamos de horário de dormir e acordar.
Esta adaptação deve iniciar aproximadamente 10 dias antes do início das aulas. Certamente estarão neutralizando as birras e manhas quando as aulas começarem. Dormir bem e se acostumar com os horários ajuda a evitar aquele mal humor da criança e até a recusa em ir à escola.
É importante destacar que caso os pequenos estejam na idade de trocar de escola, é imprescindível não fazer comparações entre a antiga e nova instituição.
Trocar experiências é uma outra alternativa que pode ajudar a criança a se sentir confiante e muito animada para uma nova fase. Por isso, falar de como foi a sua infância e comparar com a do seu filho pode ser muito interessante para que ele se sinta apoiado e tranquilo por assimilar que muitos aprendizados, novos amigos, experiências e vivências inéditas estão por vir com a volta às aulas.

Flávia Avancini


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Salve Sampa!

Luci Correia
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Minha São Paulo da garoa e da terra boa… A cidade de São Paulo possui a maior economia de toda América do Sul e Central, cresceu muito a partir da vinda de muitas empresas multinacionais para o Brasil que deram preferencia às suas instalações em São Paulo. Por algumas décadas nossa cidade gerou muitos empregos em diversos setores do mercado e, atraiu muitas famílias dos diversos estados; uma verdadeira busca do sonho de um futuro melhor para muitos brasileiros. Com certeza a cidade realizou sonhos de muitas famílias! São Paulo sempre acolheu estrangeiros de toda parte do mundo e brasileiros indiscriminadamente, no entanto sempre há a turma regionalista que acha que vieram nordestinos demais. Um absurdo! os nordestinos foram e continuam sendo a força de trabalho que constroe nossa cidade. E não é só na construção civil, os nordestinos atuam nas diversas áreas, são trabalhadores incansáveis e bem sucedidos. São Paulo cresceu muito em todos os aspectos, menos nos serviços públicos, uma verdadeira tragédia! A Saúde, a Educação, a Moradia, os Transportes e a Segurança foram prioridades ignoradas pelos governos municipais e estaduais que se sucederam ao longo do tempo. Agora é o caos! A cidade acolhedora não realiza mais sonhos e ao contrário tornou-se um pesadelo para vida de quase todos nós (exceto aos políticos). Muitos problemas sociais extremamente sérios desenvolveram-se a partir daí; a falta de todo tipo de recursos para o atendimento digno àqueles que procuram o sistema de saúde; professores mal pagos e escolas públicas em péssimas condições; o número crescente de pessoas que moram nas ruas e outros que invadem prédios ou terrenos para terem um teto; linhas de metro e ônibus que nem de longe dão conta da demanda de usuários, e por fim, a violência à qual estamos sujeitos todos os dias. A violência é filha legítima da miséria e das drogas! Ah! Minha São Paulo! Será possível sua recuperação? Você sempre tão generosa e agora tão violenta! Você que nos oferece o que há de melhor nas Artes e na Gastronomia! Porém, sua arte e sua gastronomia contrastam com a fome do mendigo e com os traçados ora belos dos grafiteiros e ora imundos, porem legítimos das pichações. Qual será o seu futuro minha querida SAMPA?

P. Gratz

Alguma coisa acontece no meu coração Que só quando cruzo a Ipiranga e Av. São João É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi Da dura poesia concreta de tuas esquinas Da deselegância discreta de tuas meninas Ainda não havia para mim Rita Lee A tua mais completa tradução Alguma coisa acontece no meu coração Que só quando cruza a Ipiranga e Avenida São João

Quando eu te encarei frente a frente e não vi o meu rosto Chamei de mal gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto É que Narciso acha feio o que não é espelho E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho Nada do que não era antes quando não somos mutantes E foste um difícil começo Afasto o que não conheço E quem vende outro sonho feliz de cidade Aprende depressa a chamar-te de realidade Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso

Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas Da força da grana que ergue e destrói coisas belas Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba Mas possível novo quilombo de Zumbi E os Novos Baianos passeiam na tua garoa E novos baianos te podem curtir numa boa

Caetano Veloso (Jóia, 1975)


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O Sol nasce para todos e com ele, as oportunidades

e guide travel crop
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Você mal sentiu o frio do último inverno e já chegou aquela época quente e abafada do ano. Enquanto no frio os melhores programas são em casa, debaixo de camadas de cobertores, filmes e bebidas quentes, no verão só pensamos nos programas ao ar livre. Os carros lotam as estradas em direção ao litoral e da mesma forma, pessoas enchem os parques e clubes. Todos com o objetivo de aproveitar o Sol, refrescar-se, bronzear-se ou fugir dele, apelando para visitas em estabelecimentos climatizados.
Ao mesmo tempo que para uns o verão é sinônimo de férias e descanso, para outros é época de trabalho e ganhos extras. Se olharmos para as cidades litorâneas, percebemos muito movimento dos empreendedores de ocasião, que nos surpreendem com tanta inovação e criatividade. O objetivo é entregar um produto ou serviço que seja lucrativo e chame a atenção dos turistas. Para isso, vale tudo: sanduiche natural, empadinhas, queijo coalho, milho verde, repentistas, raspadinha, tatuagens de hena, enfim, uma diversidade de coisas deliciosas, divertidas e lucrativas. Além dos cidadãos litorâneos, alguns deslocam-se para o litoral apenas para colocar em prática sua ideia e seu trabalho, voltando para suas casas ao final da temporada.
De uma maneira mais estruturada, diversas empresas perceberam no verão a oportunidade de divulgar a sua marca. Através de campanhas de marketing e forte atuação da área de vendas, marcam sua presença nas areias das praias patrocinando eventos e estabelecimentos. Percebemos também a presença de promotores de vendas comercializando seus produtos sem perder a identidade e a experiência da marca, ou seja, a profissionalização da venda ambulante.
Com a desaceleração do mercado, diminuição de empregos e o incentivo a contenção de gastos, consumidores e comerciantes mudaram seus hábitos e abordagens. Se antes o turista, por comodidade, comprava na areia o que poderia trazer de casa; agora, por economia, faz o contrário. E o comércio se renova, introduzindo novos produtos e agregando inovação aos serviços tradicionais, tudo para não perder seu espaço sob o Sol.
O brasileiro, apesar de todos os pesares, sempre vê o lado positivo das situações. Enxerga oportunidades em meio aos problemas. Turistas não deixaram de ter seus momentos de lazer e empreendedores não desistiram de vender. O calor do verão, mesmo que exagerado em alguns momentos, nos recarrega, renova e inspira. Impulsiona os aventureiros, os criativos e os viajantes. Seja para relaxar ou para lucrar, o Sol nos ilumina com seu calor e suas oportunidades.

Reinaldo Araújo


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2016 – #partiubuscarmeusonhos

CrhisL_AK
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Vai ano, vem ano e todo Réveillon é a mesma coisa. As pessoas se unem para confraternizar a nova era e, com base nas coisas que não conseguiram executar ao longo do período que termina, fazem suas promessas e planos para o que está por vir.
Os desejos são diversos: ganhar mais dinheiro, perder uns quilinhos, principalmente depois da epifania gastronômica a que somos cruelmente submetidos nas festas de Natal e Réveillon.
Até mesmo a mídia, representada principalmente pelas revistas e alguns programas de televisão, contribuem para que as pessoas busquem alcançar seus objetivos e fazer sua “fezinha” ao pular as sete ondas.
O que poucos percebem é que sem um plano de ação, a possibilidade de nos auto boicotarmos é demasiadamente grande.
Fazemos planos mil, promessas idem, mas não paramos para pensar (ao menos, não na maioria das vezes) o que precisamos para cumprir o acordo, para chegar lá, para fazer acontecer.
Com a renovação das energias, sempre somos tomados pela esperança de termos saúde, dinheiro e uns quilinhos a menos. Quem nunca?
Pois bem, saibam que se não colocarmos esses pequenos projetos no papel e focarmos no que é necessário para que o executemos, nunca alcançaremos nossos objetivos.
Aos que querem perder dez quilos, por exemplo, fica a dica de que é muito mais fácil e saudável emagrecer unzinho ao mês, do que fazer dietas malucas, baseadas em restrições que, muitas vezes, levam a saúde a graves riscos além da frustração de ganhar peso extra após o término do “regime”.
Além disso, existe uma regra básica de que todo processo de mudança requer esforço e adaptação. Uma dieta balanceada aliada a exercícios físicos, mesmo que moderados contribuem para melhores resultados. Não desista com as dificuldades. Aprenda com elas. Encare-as como elemento motivacional para novas práticas.
Se a questão é ganhar dinheiro, defina onde quer chegar. Quem não sabe o destino de seus sonhos não chega a lugar algum. Trace suas metas. Vamos lá, papel e caneta em mãos e se questionem:

– O que me faz feliz?
– Onde quero chegar?
– O que preciso para chegar lá?
– Quais coisas novas preciso aprender?
– O que preciso reaprender?
– Quanto tempo preciso para isso?

Respondendo, inicialmente, essas questões, evita-se que os objetivos sejam descartados, pois cada passo dele foi traçado milimetricamente.
Há quem diga, que ao início de cada ano, recebemos 365 folhas em branco para escrevermos uma nova história. Hoje, dia 08 de janeiro, nos restam 358 páginas a serem escritas.
Não deixemos que o tempo passe batido. Temos folhas e caneta em mãos para escrever uma linda história.

Um feliz 2016 a todos!!!

Ricardo Lopes


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