Páscoa: tempo de renovação

ILUSTRA
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De acordo com as tradições cristãs, especialmente as da igreja católica, a Páscoa é a festa que celebra a “Ressurreição de Jesus Cristo”. Segundo a Bíblia, Jesus Cristo foi julgado, morto e sepultado em uma sexta-feira, e seu túmulo foi encontrado vazio no domingo seguinte.
Depois de alguns dias, ele apareceu várias vezes para seus discípulos, comprovando que realmente retornara dos mortos.
Faz parte da cultura brasileira, a construção e o linchamento, de um boneco (que simboliza Judas, apóstolo que traiu Jesus).
Os evangélicos entendem a Páscoa ou Ressureição de Jesus como uma experiência única e definitiva com Deus.
Creem que Deus conhecedor de nossas dores e aflições, decidiu viver neste mundo como Jesus. Decisão divina de Libertação para os que Nele creem. O plano de Deus não é compreendido pela nossa razão, trata-se de uma experiência pessoal e espiritual. Na Pascoa podemos refletir e reavivar as verdades do plano de Deus para nossas vidas:
Conhecer Sua Vontade através das Palavras de Jesus
Crer que o Sacrifício de Jesus na cruz é a manifestação maior de amor de Deus por nós
A ressureição é o testemunho de nosso Deus Vivo!
Seja você católico, evangélico ou que tenha qualquer outra crença, a Pascoa é uma festa colorida e maravilhosa da família, uma oportunidade de nos reunirmos, celebrarmos juntos, distribuir ovos de chocolate para as crianças (adultos chocólatras também).
Ovos de Páscoa simbolizam o renascimento, a renovação.
O coelhinho é o símbolo da fertilidade.
A palavra páscoa tem origem no aramaico e significa “passagem”, fazendo referencia aos judeus que conseguiram sair da escravidão egípcia.

Desejamos que nesta Páscoa todos nossos seguidores estejam com saúde e alegria nos corações para compartilhar com as pessoas mais próximas a generosidade e a fidelidade do nosso Senhor Jesus!

Paula Gratz


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A Inclusão de Pessoas com Síndrome de Down no Mercado de Trabalho

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Você se recorda de como o seu primeiro emprego mudou a sua vida? De como ele redefiniu os seus sentidos de responsabilidade, de autoconfiança e de sociabilidade? Entrar no mercado de trabalho nos introduz na vida adulta. Somos postos diante de pessoas de diferentes realidades e isso nos ajuda a moldar nossos próprios hábitos e preferências, que antes eram fundamentalmente determinados pela nossa família, em casa.
Toda esta reviravolta acontece por causa do nosso contato com uma circunstância transformadora: a diversidade. E é partindo deste ponto que introduzimos ao nosso assunto a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Essa integração é uma via de duas mãos, tanto o acolhido quanto aquele que acolhe são transformados por essa condição.
O dia 21 de março comemora o Dia Internacional da Síndrome de Down e, por este motivo, vamos falar sobre a introdução das pessoas com Síndrome de Down no mercado de trabalho. Por tratar-se de uma deficiência intelectual congênita, desde cedo a pessoa com Down recebe um tratamento redobrado em relação aos cuidados e desenvolvimento por parte da família, mais do que natural. E este zelo dura por muito mais tempo dependendo do grau de retardo mental do indivíduo. Respeitando as variáveis de funcionamento intelectual entre o leve e o moderado, chega um momento em que a pessoa precisa construir suas próprias experiências.
Por meio da Lei de Cotas, as pessoas com deficiência têm acesso a vagas que são disponibilizadas pelas empresas que se enquadram nos requisitos do programa. Existem instituições que unem empresas e pessoas com Síndrome de Down trabalhando tanto a adaptação das realidades quanto a conscientização das pessoas que receberão o novo ou nova colega.
De forma geral, as atividades mais comuns realizadas por estes profissionais no mercado de trabalho são aquelas de caráter operacional, que possam ser explicadas de forma simples e repassadas diversas vezes por pessoas que estejam sempre disponíveis para auxiliar. Sempre com tranquilidade e respeitando o tempo de aprendizado e limitações do profissional.
Da mesma forma que as pessoas sem deficiência intelectual, o tempo de trabalho, o aperfeiçoamento de habilidades e o aprendizado são grandes aliados no desenvolvimento pessoal e profissional. Dessa forma, é possível afirmar que as pessoas com Síndrome de Down não estão limitadas a trabalhar apenas em cargos operacionais e, sim, levando em conta seu desenvolvimento e o grau de funcionamento intelectual, não existem limites para o crescimento.
Por este motivo, vamos reservar este momento, na proximidade desta data comemorativa para conscientizar as pessoas em relação a Síndrome de Down. Para que a inclusão seja cada dia mais difusa no trabalho e na sociedade.

Reinaldo Araújo
e com MUITA colaboração da consultora de R&S Jennifer Oliveira


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15 de Março: Dia Mundial do Consumidor

Woman whit Shopping List at The Supermarket
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O Dia Mundial dos Direitos do Consumidor foi comemorado, pela primeira vez, em 15 de março de 1983. Essa data foi escolhida em razão do famoso discurso feito, em 15 de março de 1962, pelo então presidente dos EUA, John Kennedy. Em seu discurso, Kennedy salientou que todo consumidor tem direito, essencialmente, à segurança, à informação, à escolha e de ser ouvido. Isto provocou debates em vários países e estudos sobre a matéria, sendo, por isso, considerado um marco na defesa dos direitos dos consumidores.
No Brasil, o Código de Defesa do Consumidor foi instituído em 11 de setembro de 1990, com a Lei nº 8.078, mas entrou em vigor apenas em 11 de março de 1991. Sua necessidade nasceu da luta do movimento de defesa do consumidor no País, que começou com a vigência da Lei Delegada nº 4, de 1962, e se fortaleceu em 1976, com a criação do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo.
O Código Brasileiro de Defesa do Consumidor (CDC) é um ordenamento jurídico, um conjunto de normas que visam a proteção e defesa aos direitos do consumidor, assim como disciplinar as relações de consumo entre fornecedores e consumidores finais e as responsabilidades que tem esses fornecedores (fabricante de produtos ou o prestador de serviços) com o consumidor final, estabelecendo padrões de conduta, prazos e penalidades.
Para que todos consigam defender seus interesses é importante que cada um de nós contribua com o seu comportamento cuidadoso e vigilante. É dever do consumidor ter atitudes que façam com que os fornecedores o respeitem. Agindo dessa forma, você exerce seu papel de cidadão, defende seus direitos e contribui para melhorar a vida de todos os brasileiros.
O Ministério Público Federal organiza as ações em defesa do consumidor e da ordem econômica em temas como telefonia, transportes, planos de saúde, energia e combustíveis, serviços bancários e crédito imobiliário, transgênicos e mercado de capitais.

A atuação do MPF pelos direitos do consumidor já resultou ações como:

  • Suspensão e adequação de tarifas bancárias;
  • Proibição do comércio de alimentos com organismos geneticamente modificados (OGMs) sem referência expressa na embalagem;
  • Redução de tarifas de pedágio;
  • Proibição de cobrança de taxa para expedição ou registro de diploma;
  • Suspensão da venda de medicamentos, produtos e serviços irregulares;
  • Proibição de venda de combustível adulterado e indenização aos consumidores prejudicados.

Flavia Avancini


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Violência doméstica: Quando o perigo não está lá fora

Diongillard
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Mesmo que abordado incansavelmente, a violência doméstica ainda é um tema atual e que deve continuar em pauta de forma fixa, para que a discussão se torne uma forma de conscientização. Este termo substitui outras expressões como a “violência conjugal”, “violência no relacionamento” e “violência intrafamiliar”. E também se aplica no termo original “violência contra a mulher” que, de forma específica, é o caso mais comum dentro dos lares com violência doméstica.
A expressão original ampliou-se, parecendo até mais generalizada e menos empática à causa feminista mas, pelo contrário, ela tomou a abrangência equivalente ao impacto gerado na família onde ocorrem as agressões. O violentador quando agride física e/ou moralmente a mulher, também ataca os outros membros da residência de forma psicológica, quando a agressão física também não se estende a eles.
A violência doméstica não ocorre somente do marido para com a esposa. Também pode ocorrer de um filho para os pais, geralmente causada por envolvimento com o crime e com o uso de drogas. De um parente próximo com as mulheres da casa, envolvendo estupro e coação. Do pai para com os filhos, o que envolve a mãe como vítima das agressões e muitas vezes pressionada a ser cúmplice dos fatos, pois fica calada com medo das consequências.
Também como existe a agressão da mulher para com o esposo, principalmente na forma de violência moral diminuindo-o e colocando os filhos contra este. Tal como a agressão da mãe para com os filhos na forma de exploração e maus tratos. Estes casos onde a agressão parte da mulher são mais raros em razão do arranjo tradicional da hierarquia familiar onde o marido toma as decisões e a mulher é designada como auxiliar das necessidades da família. Nessa estrutura é fácil acontecer problemas envolvendo autoridade e obediência, manifestando-se a violência como forma de colapso da falta de diálogo entre os membros da família.
Esta organização familiar tornou-se solúvel com o passar das eras, desde a Segunda Revolução Industrial quando ocorreu a introdução da mão-de-obra feminina na indústria. Passando também pelas conquistas históricas de direitos políticos e sociais, fazendo com que a mulher passe a ter representação na sociedade, crescimento profissional e poder de compra. Partindo destas conquistas básicas, o sexo feminino pôde conquistar mais espaço e dignidade nos tempos atuais. Mas, as conquistas estão longe de cessarem. No Congresso Nacional, por exemplo, apenas 10% das cadeiras são ocupadas por mulheres. Enquanto são 51,4% da população, segundo o IBGE em 2013 na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio.
Infelizmente o fim da violência é algo utópico. Porém, o fim da violência em razão da posição submissa do sexo feminino é algo a ser combatido para que chegue ao menor índice possível. E isso só acontecerá a partir do momento em que a igualdade acontecer na prática. E não só por meio de palavras.

Reinaldo Araújo


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