PET NO TRABALHO… OU PET TRABALHANDO…

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Em vários países da Europa e nos Estados Unidos, tem sido comum as empresas permitirem que os colaboradores levem seus bichos de estimação ao escritório — quando não o fazem regularmente, estabelecem um dia em que os animais são bem-vindos no ambiente de trabalho.

No Brasil, embora a prática ainda não seja tão comum, existem alguns empresários que levam seus bichinhos para o escritório e permitem que seus funcionários também o façam, normalmente são empresas de pequeno porte e instaladas em prédios térreos.

As empresas, independentemente do ramo de atuação, deveriam permitir a frequência de animais de estimação no trabalho. É a tendência atual: inclusive, já vemos essa possibilidade em outros ambientes: pousadas e asilos.

O amor que o animal nutre por seus donos é tão intenso, verdadeiro e incondicional, que nos ajuda a lidar com nossos problemas cotidianos, além de tornar nosso dia a dia mais leve e feliz.

A presença de animais dentro das empresas requer algumas regras:

  • Certifique-se de que seu bichinho é educado e fica confortável perto de pessoas estranhas e outros animais;
  • Dependendo do local e do porte de seu animal; ele poderá ficar ao lado de sua mesa ou em local externo apropriado para recebê-lo.
  • O animal deve ser treinado a fazer suas necessidades em local externo e apropriado.
  • Respeite as áreas em que o animal não deve entrar, como banheiros, lanchonetes e refeitórios.
  • Normalmente são cães os felizardos, então alguns cuidados devem ser tomados: vacinação em dia, não leve o cão se estiver doente ou se femea, por ocasião do cio.

No Brasil o numero de cães-guia é infinitamente menor que o de cegos

O deficiente visual que pensa em trocar a bengala por um cão-guia tem duas alternativas: aguardar pacientemente na fila de espera de uma ONG por tempo indeterminado ou comprar o animal fora do país.

O motivo de um número tão reduzido de cães-guia é a dificuldade que existe em se  conseguir um animal com o perfil adequado e o tempo de treinamento.

Para se ter uma ideia, há 1,4 milhão de deficientes visuais no país, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia; e cerca de 60 cães-guia, segundo as ONGs.

Não se trata de trocar a bengala pelo cão guia; é muito mais que isso: ganho de autonomia e locomoção, maior convívio social e significativa redução dos riscos de pequenos acidentes, e o principal e de valor inimaginável, a amizade, a fidelidade e cumplicidade entre o dono e o cão.

Os cães guias recebem um treinamento de reciclagem de tempos em tempo, dependendo do nível de condicionamento de cão.

 Existem poucas ONGs envolvidas neste projeto e o governo não está muito interessado em conceder incentivos. O treinamento demora por volta de dois anos e custa o equivalente a R$ 25 mil, mesmo assim a fila de espera é grande e não ocorrem desistências.

Deficientes visuais com recursos financeiros que optem por adquirir um cão guia no exterior vai arcar com as despesas de viagem, os gastos do período de adaptação de cerca de um mês para integrar animal e dono, além do valor cobrado pelo animal ( por volta de cinco mil dólares ). É oneroso e também tem fila de espera.

Além de saúde perfeita, o animal tem que ser isento de agressividade. Várias raças podem ser usadas na função de cão guia, tais como, boxer, dálmata e pastor-alemão, mas o que realmente importa é o temperamento. Por isso, 90% dos animais treinados são das raças labrador e golden retriever, reconhecidas como muito dóceis e trabalhadoras.

 

P. Gratz

DIA DO TRABALHADOR DOMÉSTICO

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No dia 22/07 comemora-se o Dia do Trabalhador Doméstico, profissional tão presente nas nossas vidas a ponto de, muitas vezes, serem vistos como “parte da família”. São pessoas que acompanham muito de perto nossa história e muitas vezes dos nossos filhos, criando laços afetivos fortes e duradouros. Mas apesar das características únicas e peculiares dessa profissão, devemos encarar como uma prestação de serviço como outra qualquer, que vem se profissionalizando no decorrer dos anos.
A Lei 5.859/72, regularizou a profissão de empregado doméstico e definiu como sendo o profissional que presta serviço de natureza contínua e de finalidade não lucrativa a pessoa ou família, no âmbito residencial destas. Entende-se como âmbito residencial, além da casa em si, suas imediações (jardim, quintal, automóveis e guarda de quarteirão).
De acordo com essa Lei, os empregados domésticos teriam direito a férias anuais remuneradas, registro em carteira de trabalho e previdência social. À partir da Constituição Federal de 88, esses profissionais adquiriram outros direitos como salário mínimo, 13º salário, vale transporte, repouso semanal remunerado, licença gestante e paternidade e aviso prévio proporcional.
Com a aprovação da Lei Complementar nº 150, de 2015, os empregados domésticos passaram a gozar de novos direitos. Alguns deles passaram a ser usufruídos logo após a edição da lei, como por exemplo, o adicional noturno, intervalos para descanso e alimentação, hora extra, banco de horas, feriados civis e religiosos. Outros direitos só passaram a ser usufruídos pelos empregados domésticos a partir de outubro de 2015: FGTS, seguro-desemprego, salário família.

O empregador comete falta quando:
– Exige do empregado serviços superiores às suas forças (físicas e mentais);
– Trata o empregado com rigor excessivo;
– Expõe o empregado à perigos de mal considerável;
– Não cumpre obrigações do contrato;
– Ofende fisicamente e moralmente o empregado.

O trabalhador doméstico é um profissional em extinção. Se por um lado é justo que ele tenha os mesmos direitos das pessoas que trabalham em ambientes corporativos, por outro lado fica difícil para o empregador, por tratar-se de pessoa física, arcar com todas essas despesas. Cada vez mais as pessoas tem buscado alternativas para os afazeres domésticos, mas o carinho existente nessa relação jamais será substituído!

Nós da Proativa, damos parabéns a esses profissionais que bravamente lutam pelo pão do dia a dia! Que vocês possam ser respeitados e valorizados.

 

Luciana Martino

16 de julho – Dia do Comerciante

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Esta data é destinada a homenagear todos os profissionais que trabalham na área do comércio, ou seja, na venda de produtos e serviços. Considerado um dos trabalhos mais antigos do mundo, o comércio é uma atividade extremamente importante para o desenvolvimento econômico do país.

O Dia do Comerciante surgiu a partir da criação da Lei nº 2.048, de 26 de outubro de 1953, que homenageia o nascimento de José Maria da Silva Lisboa, baiano, de Salvador, economista, foi deputado, senador e secretário da Fazenda Real.

Recebeu o título de Patrono do Comércio do Brasil por suas iniciativas em prol do desenvolvimento das relações comerciais do país com outras nações.

O futuro Visconde de Cairu, foi o responsável pela obtenção de leis que beneficiaram o iniciante comércio brasileiro, na época totalmente dependente de Portugal.

Sua ação ficou reconhecida com a assinatura da histórica Carta Régia, de 28 de janeiro de 1808. Por ela, D. João VI, aconselhado pelo Visconde, abriu os portos brasileiros ao comércio exterior.

Com o livre comércio, a estrutura colonial se rompeu, e a partir daí o comércio brasileiro começou a se desenvolver.

Bons negócios passaram a ser feitos com outros países, gerando lucros para a nova Nação.

Parabéns a todos comerciantes por movimentarem a economia das nossas cidades, gerando emprego, renda e investimentos;

Parabéns por receber de portas abertas e com o sorriso no rosto cada cliente.

Parabéns por enfrentar todos os dias as dificuldades e superá-las com garra.

Parabéns especial por ser a vitrine do desenvolvimento de nosso país.

Flávia Avancini