COACH – UMA MISSÃO DE ESCULTOR

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Coach é uma palavra de origem inglesa que significa treinadorinstrutor. Além disso, um coach ou coacher é um profissional que exerce o coaching, ou seja, utiliza-se de uma metodologia que orienta o desenvolvimento pessoal e ou profissional do coachee (pessoa que se submete ao coaching).

A origem do termo coach surgiu, com significado totalmente diferente, na era medieval, com a figura do cocheiro, o homem que conduzia a carruagem. Os cocheiros também eram especialistas em treinar os cavalos, para que estes entendessem o comando das rédeas.

Coach é uma das profissões que mais têm evoluído nos últimos anos; a explosão de carreiras nesse campo ainda está apenas começando.

O coaching para o desenvolvimento profissional constitui-se em um processo conduzido por um profissional qualificado que utiliza metodologias, técnicas e ferramentas de coaching  para o benefício de um indivíduo, quer na sua área pessoal ou profissional. Este tipo de coaching é conhecido como “formal”, nele é selado um contrato; acordado um valor e acontece em sessões presenciais e ou virtuais.

O formato empresarial é um coaching focado nos profissionais que dirigem a empresa e, tem como objetivo desenvolver habilidades e competências comportamentais que possibilitem a direção na construção de uma empresa de maior destaque no seu segmento de atuação.

As corporações têm comprovado na prática que a metodologia supera os diversos modelos de gestão. Este ainda é um grande nicho de atuação para um novo Coach, pois as empresas têm buscado cada vez mais proporcionar todo o suporte para o desenvolvimento de seu capital humano. Essa valorização é fruto da eficácia do Coaching, pois não é apenas o profissional, individualmente, que colhe os benefícios, mas a empresa como um todo.

Tanto no campo profissional quanto no pessoal, o coaching é um processo dinâmico e interativo que pode ser conduzido individualmente ou em grupo, propiciando um ambiente de reflexão, construção, evolução e transformação a partir do autoconhecimento.

Seja um Coach!

Para se tornar um Coach Profissional, a melhor formação existente no Brasil é a Certificação Master Coach. Realizada pelo Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, essa especialização garante uma formação no mais alto nível do Coaching.

Os pré-requisitos são a formação profissional das mais variadas áreas do conhecimento humano, a exemplo de médicos, engenheiros e jornalistas, psicólogos, entre muitos outros e, experiência sólida que permita uma atuação como coach consistente e segura no desenvolvimento de outros profissionais.

O pilar principal do Coach é o conhecimento,  capaz de transformar vidas e, contribuir significativamente para a construção de um mundo melhor. Trata-se da interação com processos mentais lógicos e não lógicos, com experiências anteriores, insights, valores, crenças, compromissos e vários outros elementos que fazem parte da mente humana.

 

P. Gratz

Dia do Imigrante

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Dia do Imigrante é comemorado em 25 de junho no Brasil.

O dia 25 de junho foi determinado como o Dia do Imigrante através do Decreto nº 30.128, de 14 de novembro de 1957, emitido pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo no governo Jânio Quadros.

Imigrante é aquele que imigra, ou seja, aquele que entra em um país estrangeiro, com o objetivo de residir ou trabalhar. O imigrante é visto pela perspectiva do país que o acolhe, é o indivíduo que veio do exterior.

No Brasil a imigração teve início em 1530 com a chegada dos colonos portugueses, que vieram para cá com o objetivo de dar início ao plantio de cana-de-açúcar. Durante todo período colonial e monárquico, a imigração portuguesa foi a mais expressiva desde o período da Independência do Brasil.

Principais países de origem dos imigrantes que vieram para o Brasil: Portugal, Itália, Alemanha, Japão, Espanha, Suíça, China, Coréia do Sul, Polônia, Ucrânia, França, Líbano, Israel, Bolívia e Paraguai.

Buscavam melhores oportunidades de trabalho na compra de terras e plantio para sobreviver e vender em pequenas quantidades. Aqueles que tinham profissões (artesãos, sapateiros, alfaiates, etc.) na terra natal abriram pequenos negócios por aqui.

Os suíços, que chegaram em 1819 e se instalaram no Rio de Janeiro (Nova Friburgo), os alemães, que vieram logo depois, em 1824, e foram para o Rio Grande do Sul (Novo Hamburgo, São Leopoldo, Santa Catarina, Blumenau, Joinville e Brusque), os eslavos, originários da Ucrânia e Polônia, habitando o Paraná, os turcos e os árabes, que se concentraram na Amazônia, os italianos de Veneza, Gênova, Calábria, e Lombardia, que em sua maior parte vieram para São Paulo, os japoneses, entre outros.

Os italianos, que vieram em grande quantidade para o Brasil, foram para a cidade de São Paulo trabalhar no comércio ou na indústria. Outro caminho tomado por eles foi o interior do estado de São Paulo, para trabalharem na lavoura de café que estava começando a ganhar fôlego em meados do século XIX.

Os japoneses começaram a chegar ao Brasil em 1908. Grande parte destes imigrantes foi trabalhar na lavoura de café do interior paulista, assim como os italianos.

Muitos imigrantes também vieram para cá, fugindo do perigo provocado pelas duas grandes guerras mundiais que atingiram o continente europeu.

Após a abolição da escravatura no Brasil (1888), muitos fazendeiros não quiseram empregar e pagar salários aos ex-escravos, preferindo assim o imigrante europeu como mão-de-obra. Neste contexto, o governo brasileiro incentivou e chegou a criar campanhas para trazer imigrantes europeus para o Brasil.

O Brasil era visto na Europa e na Ásia (principalmente Japão) como um país de muitas oportunidades. Pessoas que passavam por dificuldades econômicas enxergaram uma ótima chance de prosperarem em nosso país.

Sendo uma descendente italiana aproveito a oportunidade especial para ressaltar meu orgulho e agradecimentos aos meus bisnonos.

Gratidão por enfrentarem o desconhecido pelo futuro melhor às suas famílias e principalmente suas crianças (bambini).

Gratidão pela coragem em enfrentar novas terras em uma era onde a informação ainda era tão restrita e vagarosa.

Gratidão pelas horas de trabalho suadas que construíram tantas histórias.

Gratidão pelo conhecimento e valores sólidos que nos foi transmitido.

Gratidão por terem escolhido o nosso país como local de vossas novas moradas assumindo o compromisso em torná-lo um lugar ainda melhor para viver.

Que este compromisso continue sendo reescrito por cada geração.

 

Flávia Avancini

LIDERANÇA SITUACIONAL

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Vivemos tempos muito difíceis, crise econômica e política e mudanças tecnológicas extremamente rápidas e de complicada adaptação. A missão atual das lideranças é manter o engajamento e produtividade das equipes.

Poderíamos comentar diversos tipos de liderança, porém a que mais chama atenção, considerando este difícil contexto em que vivemos, é sem dúvidas, a Liderança Situacional, pois trata da habilidade de administrar mudanças, solucionar crises internas, manter a qualidade dos serviços prestados e a satisfação dos clientes.

Liderança Situacional é flexível, molda-se às situações que se apresentam, ou seja, o líder tem a capacidade de adaptar-se ao momento, conduzindo de forma efetiva seus colaboradores para que reajam positivamente, deem o seu melhor e alcancem os resultados esperados.

O líder situacional define as metas de sua área, conciliando-as às expectativas do negocio, compartilha e conduz seu time levando em conta as individualidades e talentos de cada um de seus colaboradores (caso o time seja numeroso o líder poderá agrupar colaboradores com características comuns) e desta forma, junto com eles (formato participativo) identifica os aspectos positivos e negativos de cada situação e como minimizar os (-) e potencializar os (+). O líder situacional constrói um ambiente motivador com oportunidades reais de crescimento e de autoconfiança na medida em que a equipe entrega serviços de alta qualidade.

O líder situacional promove o desenvolvimento da maturidade profissional de sua equipe, ou seja, a capacidade de adequação às diferentes situações, o entendimento do seu propósito e de suas responsabilidades Quando o colaborador alcança esse nível, sua produtividade é maior e, ele consegue lidar melhor com mudanças, inovando e apresentando resultados expressivos nos momentos de desafio.

Em tempos de crise emerge o líder situacional com extremo valor no desenvolvimento de talentos e fortalecimento de sua equipe.

P. Gratz

Dia mundial das crianças vítimas de agressões – 04 de Junho

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Em 1982, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu 4 de junho como o Dia Mundial das Crianças Vítimas de Agressão. Segundo a ONU, existem quatro principais categorias de violência: abusos físicos, sexuais, psicológicos e negligências.

Segundo o Ministério da Saúde, a violência é a segunda principal causa de mortalidade global em nosso país e só fica atrás das mortes por doenças do aparelho circulatório. Os jovens são os mais atingidos. Além deles, a violência atinge ainda, em grau muito elevado, as crianças e as mulheres.

Para esta situação contribuem diversos fatores, entre eles, a má distribuição de renda, a baixa escolaridade, o desemprego.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Trabalho Infantil (PNAD/2001), realizada pelo IBGE, o trabalho infantil é exercido por cerca de 2,2 milhões de crianças brasileiras, entre 5 e 14 anos de idade.

A maioria dessas crianças vem de famílias de baixa renda e trabalha no setor agrícola.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que nos países em desenvolvimento mais de 250 milhões de crianças de 5 a 14 anos de idade trabalham.

A maioria delas (61%) vive na Ásia – um continente de grande densidade populacional – e em seguida vem a África, com 32%-(Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O perigo está mais próximo do que se imagina. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) mostram que 80% das agressões físicas contra crianças e adolescentes foram causadas por parentes próximos. Ainda de acordo com o UNICEF, de hora em hora morre uma criança queimada, torturada ou espancada pelos próprios pais.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, 64% das denúncias de agressão à criança tem origem em casa, de acordo com levantamento do SOS Criança (instituição estadual que recebe denúncias de agressão contra a criança e o adolescente).

Os tipos de agressão infantil são diversos. Os mais comuns são a violência física, a psicológica e a sexual.

Os episódios mais rotineiros são afogamento, espancamento, envenenamento, encarceramento, queimadura e abuso sexual.

Entre as causas da violência infantil está também o trauma de quem foi agredido quando criança. Pais que quando crianças foram vítimas de violência doméstica tendem a repetir as agressões em seus filhos.

Combater a agressão infantil é uma árdua missão, considerando que muitas vezes a criança ou o jovem não tem coragem de contar que está sendo agredida por razões associadas ao medo, à vergonha ou à dúvida. Sendo assim, reforça-se a importância dos adultos estarem atentos e vigilantes a quaisquer sinais de mudança de comportamento, tristeza ou abatimento.

Em média, 18 mil crianças são vítimas de violência doméstica por dia no Brasil. Os dados, apresentados pela Sociedade Internacional de Prevenção ao Abuso e Negligência na Infância (Sipani), representam 12% das 55,6 milhões de crianças menores de 14 anos.

É preciso romper com o pacto de silêncio que encobre as situações de abuso e exploração contra crianças e adolescentes. Não se pode ter medo de denunciar. Essa é a única forma de ajudar nossos meninos e meninas.

Vamos orientar nossas crianças ou jovens que mediante violência sexual ou qualquer outra agressão, contar o que aconteceu para seus pais, responsáveis, professores ou uma pessoa de sua confiança. Eles provavelmente relatarão o fato para as autoridades através do disque denúncia ou de outras formas destacadas abaixo:

Denunciando por telefone

Disk 100
de qualquer telefone no território nacional. Denúncias de violação de direitos de crianças ou adolescentes, especialmente em casos de abuso ou exploração sexual. A denúncia é anônima e o serviço gratuito.

O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de proteção, defesa e responsabilização, de acordo com a competência e as atribuições específicas.

55 61 3212.8400 – para ligação internacional (fora do Brasil).

190 – Polícia Militar

191 – Polícia Rodoviária Federal

181 – Disque Denúncia (para todo o Estado de São Paulo)

(11) 3188-4130 – Se estiver em outro estado e quiser fazer uma denúncia referente ao Estado de São Paulo.

Em casos de emergência, e não necessariamente denúncia, é importante que você conheça estes outros números de telefone:

192 – Ambulância
193 – Corpo de Bombeiros
194 – Polícia Federal
197 – Polícia Civil
198 – Polícia Rodoviária Estadual
199 – Defesa Civil
180 – Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher
128 – Serviços de Emergência no âmbito do Mercosul

0800 970 11 70 “Alô vida” – serviço telefônico de escuta e encaminhamento para casos de violência contra crianças, adolescentes e pessoas com deficiência, e de orientação para famílias interessadas ou envolvidas em processos legais de adoção.

Denuncie por e-mail

disquedenuncia@sedh.gov.br

Procure o Conselho Tutelar

Quase todos os municípios tem um conselho tutelar. Você pode procurar o Conselho Tutelar em sua cidade e efetuar a denúncia.

Zelar pelas nossas crianças não é uma tarefa exclusiva dos pais, mas também dos parentes, da comunidade, dos profissionais de saúde, dos educadores, dos governantes, enfim, da sociedade como um todo.

Flávia Avancini