Profissional da Informática

Série The IT Crowd
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O profissional da Informática é uma profissão recente, criada nos últimos 40 anos. Não há registro do motivo pelo qual o dia 19 de outubro foi escolhido como o dia desses profissionais, até porque é considerada apenas uma data comemorativa, e não oficial.

Desde 2007, há um projeto em discussão no Senado sobre a regulamentação da profissão. O projeto em questão aborda que, se entrar em vigor, os profissionais que exercerão atividades no setor de Tecnologia da Informação precisarão de forma obrigatória de registro no conselho regional de Informática, porém, para que o registro seja válido, a pessoa deve ter:

  • 5 anos de experiência comprovada (ou seja, com carteira assinada) – para ser analista de sistemas.
  • 4 anos de experiência comprovada para técnico de Informática.

São exemplos: programadores, engenheiros de softwares, administradores de banco de dados, analistas de redes, analistas de segurança, analistas de sistemas, entre outros.

Essa é uma área essencial para o desenvolvimento constante das comunicações contemporâneas, de modo que está em crescimento.

O profissional da Informática atua em diversas funções, sendo que é o responsável por uma boa interação entre usuários e computador, criação de softwares, criação de sites, suporte técnico, organização de banco de dados, configurações em redes de computadores, entre outros.

O atual cenário do mercado de Tecnologia da Informação tem exigido cada vez mais dos seus profissionais. Se antes, o perfil desse especialista, tão fundamental na gestão de sistemas corporativos, era de alguém introspectivo com a atitude sempre voltada para a resolução de problemas técnicos, hoje a evolução do mercado têm exigido cada vez mais a mudança dessa postura, já que o especialista em tecnologia da informação também desempenha papel indispensável nas estratégias competitivas da empresa.

Por isso, a conquista de algumas habilidades específicas se faz necessária para alcançar as melhores posições de carreira. Confira, a seguir, dez delas:

  • Visão de Negócios
  • Gestão de Projetos
  • Relacionamento interpessoal
  • Abertura para inovações
  • Domínio de idiomas
  • Pensamento Criativo
  • Liderança
  • Capacidade de questionamento
  • Conhecimento técnico e intelectual
  • Pensamento Analítico

Aprimore, aplique e repita

O gerenciamento da carreira pode parecer um luxo no mundo constantemente atarefado dos profissionais de TI. No entanto, essa tarefa nunca deve ficar em segundo plano. A função do profissional de TI mudou significativamente nos últimos 10 anos, com novas tecnologias, novas estruturas de gerenciamento e a turbulência econômica conspirando para criar uma época de oportunidade e tensão.
O processo de aprendizagem é constante e essencial.

 

Flávia Avancini

Médico do Trabalho

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O médico do trabalho é o médico que possui especialização em medicina do trabalho (especialidade médica reconhecida pelo conselho federal de medicina) adquirido através de residência médica ou curso de especialização em área de concentração em saúde do trabalhador ou denominação equivalente (Medicina do Trabalho), reconhecido pela Comissão Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação, ambos ministrados por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em medicina. Atua na área da saúde ocupacional, realizando exames admissionais, periódicos, de retorno ao trabalho, de mudança de função e demissionais, e elabora o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, em atendimento a legislação vigente. O médico do trabalho deve se atualizar constantemente e realizar suas atividades embasado na legislação trabalhista.

Porém, este cenário foi construído no Brasil na década de 1940, com a instalação das grandes indústrias.
Nesta época, houve o grande crescimento dos trabalhadores urbanos, a criação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e, com ela, as primeiras referências à higiene e segurança no trabalho. O médico do trabalho surgiu neste contexto, e em 1960 já havia uma legislação específica para a atividade deste profissional.

O papel fundamental do médico do trabalho é mediar a relação entre a exigência de uma atividade profissional e o impacto do dia a dia na saúde dos colaboradores. Neste contexto, uma das habilidades determinadas ao médico do trabalho é saber administrar as exigências dos empresários e os limites físicos e mentais dos colaboradores.

O médico do trabalho deve conhecer a fundo todas as atividades dos funcionários a fim de traçar perfis e panoramas sobre os possíveis quadros de adoecimento, sejam eles físicos ou mentais. Outra premissa do MT é o trabalho de prevenção e conscientização do trabalhador – mesmo nas atividades clínicas, como o exame médico, o médico deve focar na prevenção e na busca por sintomas.

A exigência do médico do trabalho em uma organização depende da Norma Regulamentadora (NR), que estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores.
O campo de atuação da especialidade é amplo, extrapolando o âmbito tradicional da prática médica.

Segue as principais áreas de atuação do médico do trabalho, de acordo com o site da ANAMT-Associação Nacional de Medicina do Trabalho.

  • Nos espaços do trabalho ou da produção – as empresas -, como empregado nos Serviços Especializados de Engenharia de Segurança e de Medicina do Trabalho (SESMT), como prestador de serviços técnicos, para a elaboração do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) ou de consultoria;
  • Na normalização e fiscalização das condições de Saúde e Segurança no Trabalho (SST) desenvolvida pelo Ministro do Trabalho e Emprego (MTE);
  • Na rede pública de serviços de saúde e no desenvolvimento das ações de saúde do trabalhador;
  • Na assessoria sindical em saúde do trabalhador, nas organizações de trabalhadores e de empregadores;
  • Na Perícia Médica da Previdência Social, enquanto seguradora do Acidente do Trabalho (SAT);
  • Na atuação junto ao Sistema Judiciário como perito judicial em processos trabalhistas, ações cíveis e ações da promotoria pública;
  • Na atividade docente e na formação e capacitação profissional;
  • Na atividade de investigação no campo das relações entre saúde e trabalho;
  • Em consultoria privada no campo da SST.

www.anamt.org.br

 

 Flávia Avancini

Dia do Deficiente Físico

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O dia 11 de outubro foi instituído pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, como o Dia Nacional do Deficiente Físico. Essa data foi instituída para promover a conscientização da sociedade e dos nossos dirigentes sobre as ações que devem ser realizadas para garantir a qualidade de vida e a promoção dos direitos dos deficientes físicos.

Entende-se como pessoa com deficiência física aquela que possui alguma perda ou anormalidade em sua formação de natureza fisiológica ou anatômica, que atrapalhe o desenvolvimento de algumas atividades que sejam consideradas padrão para o ser humano.

Segundo dados preliminares do Censo de 2010, o Brasil possui atualmente mais de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 23,92% da população. Deste total, mais de 13 milhões são deficientes físicos. No dia a dia as pessoas portadoras de deficiência precisam de uma atenção especial, uma vez que podem sofrer para cumprir tarefas básicas. Desta forma é necessária uma atenção maior da sociedade para que essas pessoas possam se desenvolver.

Já ocorreram diversos avanços em nível nacional com a criação de leis que beneficiam os deficientes físicos, porém principalmente quando falamos em serviços públicos ainda existem muitas oportunidades de melhoria, como no transporte, saúde, educação, entre outros. Infelizmente, ainda é preciso realizar muitas mudanças para que o deficiente físico se torne independente.  A aceitação e o fim do preconceito são atitudes fundamentais para que haja uma real inclusão social.

Deficiência Física refere-se a alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física. São elas:

Paraplegia Perda total das funções motoras dos membros inferiores.
Paraparesia Perda parcial das funções motoras dos membros inferiores.
Monoplegia Perda total das funções motoras de um só membro (inferior ou posterior)
Monoparesia Perda parcial das funções motoras de um só membro (inferior ou posterior)
Tetraplegia Perda total das funções motoras dos membros inferiores e superiores.
Tetraparesia Perda parcial das funções motoras dos membros inferiores e superiores.
Triplegia Perda total das funções motoras em três membros.
Triparesia Perda parcial das funções motoras em três membros.
Hemiplegia Perda total das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo)
Hemiparesia Perda parcial das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo)
Amputação Perda total ou parcial de um determinado membro ou segmento de membro.
Paralisia Cerebral Lesão de uma ou mais áreas do sistema nervoso central, tendo como consequência alterações psicomotoras, podendo ou não causar deficiência mental.
Ostomia Intervenção cirúrgica que cria um ostomia (abertura) na parede abdominal para adaptação de bolsa de coleta.

 

As principais causas que levam à essas deficiências são:

  • Lesão cerebral
  • Lesões medulares
  • Patologias degenerativas do Sistema Nervoso Central
  • Reumatismos
  • Malformações congênitas
  • Miopatias (distrofias e atrofias musculares)
  • Sequelas de politraumatismos

Entre as etiologias das deficiências físicas estão os fatores genéticos, fatores virais ou bacteriano, fatores neonatais e fatores traumáticos.

As pessoas que são acometidas por algum tipo de deficiência física precisam de acompanhamento fisioterápico além de ambientes adaptados para que possam levar uma vida o mais próximo possível do normal. É por isso que são tão importantes as iniciativas que visam a inclusão destas pessoas.

A Inclusão em questão, é a inserção de pessoas com deficiência física na sociedade em geral dando condições de acessibilidade e bem estar, sem preconceitos.

Essa é uma bandeira que nós, da Proativa, levantamos!

 

Luciana Martino