2016 – #partiubuscarmeusonhos

Standard

Vai ano, vem ano e todo Réveillon é a mesma coisa. As pessoas se unem para confraternizar a nova era e, com base nas coisas que não conseguiram executar ao longo do período que termina, fazem suas promessas e planos para o que está por vir.
Os desejos são diversos: ganhar mais dinheiro, perder uns quilinhos, principalmente depois da epifania gastronômica a que somos cruelmente submetidos nas festas de Natal e Réveillon.
Até mesmo a mídia, representada principalmente pelas revistas e alguns programas de televisão, contribuem para que as pessoas busquem alcançar seus objetivos e fazer sua “fezinha” ao pular as sete ondas.
O que poucos percebem é que sem um plano de ação, a possibilidade de nos auto boicotarmos é demasiadamente grande.
Fazemos planos mil, promessas idem, mas não paramos para pensar (ao menos, não na maioria das vezes) o que precisamos para cumprir o acordo, para chegar lá, para fazer acontecer.
Com a renovação das energias, sempre somos tomados pela esperança de termos saúde, dinheiro e uns quilinhos a menos. Quem nunca?
Pois bem, saibam que se não colocarmos esses pequenos projetos no papel e focarmos no que é necessário para que o executemos, nunca alcançaremos nossos objetivos.
Aos que querem perder dez quilos, por exemplo, fica a dica de que é muito mais fácil e saudável emagrecer unzinho ao mês, do que fazer dietas malucas, baseadas em restrições que, muitas vezes, levam a saúde a graves riscos além da frustração de ganhar peso extra após o término do “regime”.
Além disso, existe uma regra básica de que todo processo de mudança requer esforço e adaptação. Uma dieta balanceada aliada a exercícios físicos, mesmo que moderados contribuem para melhores resultados. Não desista com as dificuldades. Aprenda com elas. Encare-as como elemento motivacional para novas práticas.
Se a questão é ganhar dinheiro, defina onde quer chegar. Quem não sabe o destino de seus sonhos não chega a lugar algum. Trace suas metas. Vamos lá, papel e caneta em mãos e se questionem:

– O que me faz feliz?
– Onde quero chegar?
– O que preciso para chegar lá?
– Quais coisas novas preciso aprender?
– O que preciso reaprender?
– Quanto tempo preciso para isso?

Respondendo, inicialmente, essas questões, evita-se que os objetivos sejam descartados, pois cada passo dele foi traçado milimetricamente.
Há quem diga, que ao início de cada ano, recebemos 365 folhas em branco para escrevermos uma nova história. Hoje, dia 08 de janeiro, nos restam 358 páginas a serem escritas.
Não deixemos que o tempo passe batido. Temos folhas e caneta em mãos para escrever uma linda história.

Um feliz 2016 a todos!!!

Ricardo Lopes


Você vai gostar de ler também: