Dia do Cliente (15/09)

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CLIENTE vem do Latim CLIENS, “protegido de um patrono”.
O termo cliente permite fazer alusão à pessoa que tem acesso a um produto ou serviço mediante pagamento.
Dependendo do contexto, a palavra cliente pode ser usada como sinônimo de comprador (a pessoa que compra o produto), utilizador (a pessoa que utiliza o serviço) ou consumidor (quem consome um produto ou serviço).

O Dia do Cliente foi criado no estado do Rio Grande do Sul pelo empresário gaúcho José Carlos Rego, especialista em Marketing e Recursos Humanos.
 O dia 15 de setembro foi escolhido como Dia do Cliente por ser também o Dia Nacional da Defesa do Consumidor.

O papel do cliente ao longo do tempo:

Idade Média Era do Produto
(1820-1970)
Era do Cliente
(1970-hoje)
Fornecedores conhecia
bem seus clientes;
comunicação direta
Empresas vendiam tudo o
que produziam.
Cliente ficou em segundo plano.
Competição
acirrada retorna a
questão da excelência no
atendimento para
conquistar o cliente

A construção de um bom relacionamento entre o cliente e a empresa é fundamental, os clientes devem ser reconhecidos, identificados e expandidos. Para isso acontecer, é preciso conhecer bem, saber manter a comunicação, ouvir as necessidades e reconhecer a sua fidelidade.

Hoje em dia, esta proximidade é uma das práticas mais comuns entre as empresas, pois o desenvolvimento de retenção de clientes deve ser iniciado com a escolha do cliente, a identificação de suas necessidades, definição dos serviços prestados dispondo de funcionários motivados e capacitados.

Para compreender adequadamente o cliente, é necessária uma mudança de posição. Quando falamos em foco NO cliente, a posição que nos vem à mente é estarmos “frente a frente” com o cliente. E quando olhamos para um cliente nós o vemos, mas o que ele vê e espera está do lado oposto;

A empresa que se coloca ao lado do cliente (giro de 180 graus) passa a analisar a perspectiva DO cliente. E nesta nova perspectiva a empresa consegue fugir da comodidade danosa do foco induzido pelo cliente, colocando à disposição do cliente suas múltiplas competências, permitindo superar a sua expectativa e melhorar o seu resultado. Esta é a visão que revela a paisagem que os olhos e sentidos do cliente e suas verdadeiras necessidades muito antes delas estarem prontas para serem verbalizadas por ele mesmo.

Empatia: colocar-se verdadeiramente no lugar do cliente. Quando fazemos os nossos serviços, devemos entender como pode estar interligado na vida das pessoas envolvidas.
Realizar com dedicação e, por que não dizer, o amor que empregaríamos se aquilo fosse para nós.

Fazer o melhor: Precisamos dar o nosso melhor, fazer da melhor forma possível. Este é um bom lugar para se começar. Se empregamos o nosso melhor, então, por lógica, prestaremos o melhor serviço que nos seria possível.


 Flávia Avancini