Profissões do futuro: você sabe quais serão?
Na última quinta-feira, dia 10/11, estive na Câmara Americana de Comércio de São Paulo – AMCHAM – para ouvir um professor e dois profissionais de recursos humanos falarem sobre as profissões do futuro e o seu impacto no dia a dia das universidades e das empresas.
O Prof. Dr. James Wright da USP iniciou apresentando os resultados de uma pesquisa junto a 112 altos executivos no País, conduzida pela consultoria Profuturo (Programa de Estudos do Futuro) da Fundação Instituto de Administração (FIA) e reforçada por diversas outras sondagens informais.
Problemas pessoais no trabalho: E agora?
“Não leve problemas de casa para o trabalho” – Foi assim que, como muitos, recebi de meus pais as minhas primeiras instruções sobre o comportamento esperado de mim no ambiente profissional. Segundo Tom Coelho, conferencista e palestrante em recursos humanos (e eu concordo com ele), é quase como se esperassem que seria só “registrar a presença no livro ou no ponto eletrônico e automaticamente todos os seus dilemas pessoais são trancafiados no armário do vestiário (…)” e que os problemas financeiros, de saúde e sentimentais só voltassem a povoar seus pensamentos no final da jornada de trabalho.
Desde a década de 1990, quando o Brasil se tornou o segundo colocado no ranking de aumento de produtividade, a vida profissional das pessoas vem ocupando uma parcela cada vez maior em dedicação de tempo e energia, principalmente nos grandes centros urbanos. Estabeleceu-se, então, um ritmo de vida alucinante, com excesso de horas de trabalho e pressão por resultados. Transformado numa espécie de “superprofissional”, o colaborador moderno não poupa esforços em jornadas de trabalho que muitas vezes extrapolam facilmente 12 horas diárias. Em um mercado cada vez mais competitivo, esse tipo de envolvimento com o trabalho passou a fazer parte da maioria das culturas organizacionais. Continue reading
O que fazer depois de uma entrevista de emprego?
“Obrigado por sua participação, assim que tivermos uma posição, entraremos em contato para dar retorno sobre a entrevista.”
– Quantas vezes você já ouviu essa frase ao término de um processo seletivo? Você ouve a frase, despede-se do entrevistador e logo ao sair pela porta, fica pensando: “Será que eles vão dar a resposta mesmo?”
Aguardar o retorno de um processo seletivo é desconfortável para a maioria dos candidatos. Essa situação gera ansiedade em saber se você foi ou não aprovado, e angústia pela demora do retorno. Geralmente, as empresas demoram a comunicar um retorno ao profissional ou simplesmente não dão resposta.
E você? Já deu retorno para seu fornecedor?
Já presenciei diversas conversas e participei de discussões sobre temas como a importância de dar e receber feedback, como se posicionar ante a falta de retorno em processos seletivos, e até mesmo se o candidato deve ou não ligar para pedir esse retorno sobre um processo seletivo que tenha participado. Entretanto, hoje eu gostaria de abordar um outro aspecto do mesmo problema.
Vou escrever sobre a falta de retorno para fornecedores. Como profissional da área comercial de uma empresa de serviços em RH, também enfrento esse tipo de problema. Não raro, propostas que enviamos para empresas dos mais diferentes portes e segmentos ficam sem resposta alguma. Mas por que isso ocorre?
Fale com o RH – Formspring
Pergunta do Leitor: Largo meu emprego pra estudar pra concursos?
Essa é uma questão muito pessoal. É difícil orientá-lo com certeza, sem conhecer um pouco mais da sua motivação.
Como todas as outras carreiras, a no setor público também tem vantagens e desvantagens, que precisam ser levadas em consideração na hora de se decidir por esta trajetória.
Em tempos de crise ou incerteza, é comum que as pessoas pensem mais em uma carreira pública, em busca da estabilidade que esse tipo de vínculo empregatício proporciona. Segundo o portal G1, da Globo.com, a carreira pública pode ser vantajosa no que diz respeito a estabilidade e aposentadoria, mas a progressão de carreira pode ser bastante lenta. Continue reading
Fale com o RH – Formspring
Pergunta do leitor: Olá! Eu tenho um amigo que é cozinheiro e agora ele teve a oportunidade de se tornar o chef do restaurante em que já trabalha. A questão é que o RH da empresa disse que não poderia dar a ele o aumento de salário e nem registrá-lo no cargo de chef porque ele não tinha passado pelo cargo ainda… Eles podem fazer isso?
Caro Leitor,
Prescreve a CLT Art. 461 – “Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade, que havendo dois ou mais empregados, com funções idênticas, igual valor, numa mesma localidade e trabalhando para o mesmo empregador, ambos devem ganhar salário idêntico”.
Fale com o RH – Currículos separados
Pergunta enviada pelo @Formspring (http://4ms.me/jTAQmk)
Pergunta: Minha prima trabalha no RH de um banco gigante. Ela ficou chateada porque deram a seguinte ordem pra ela: ‘Separa os currículos de quem fez USP, Unicamp e Unesp, o resto joga fora’. Q vc acha disso?
Mauro,
Curiosamente eu também trabalhei por vários anos em duas grandes instituições financeiras e posso opinar com mais propriedade. Não é uma padrão de comportamento, mas em algumas áreas isso é mais evidente que em outras. Segmentos que lidam com grandes volumes de dinheiro, como o Large Corporate (grandes contas) e Wealth Management (gestão de fortunas), são mais rigorosos quanto a origem acadêmica dos profissionais que contrata. Na maioria das vezes, os selecionadores e headhunters são obrigados a trabalhar com um perfil pré-determinado, que geralmente inclui idade, formação (leia-se faculdade), gênero e até tradição familiar, entre outros requisitos. Segundo os gestores com quem tive contato, isso acontece porque, teoricamente, daria ao profissionais maiores condições de transitar entre os tomadores de decisão das empresas e clientes alvo destas áreas.
Proativa RH na mídia
Fomos citados pelo portal Administradores, sobre a nossa participação na décima REATECH…
Nome sujo: Até que ponto isso atrapalha?
Terminadas as festas, é hora de retomar a carreira e, para aqueles que buscam novas oportunidades, começar a pensar em como conseguir um novo trabalho. Infelizmente, com a virada de ano nem tudo se renova. é o caso das dívidas que assombram o brasileiro.
Segundo matéria da Exame, a inadimplência do consumidor cresceu 3,5% em novembro, na comparação com outubro, o que representa a maior elevação entre os mesmos meses desde 2005.
Esta foi a sétima alta mensal consecutiva, de acordo com indicador divulgado pela Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito.
Na comparação com novembro de 2009, a inadimplência do consumidor subiu 23,2%, a maior alta entre os meses de novembro desde 2001. No acumulado de janeiro a novembro de 2010, ante o mesmo período de 2009, o indicador apresentou crescimento de 5%. Continue reading






